У нас вы можете посмотреть бесплатно Virei noites pra pagar contas. Meus pais riram… e venderam meu carro pra mimar minha irmã na Espanha или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
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⛔ESSA HISTÓRIA E GRAVAÇÃO DE IMAGENS FOI FEITA PELO CRIADOR DO CANAL UMA BELA HISTÓRIA. NÃO AUTORIZO UTILIZAR MINHAS HISTÓRIAS ⛔ Nunca gostei de números. Mas aos dezenove anos, eles começaram a me perseguir. Vinte horas de trabalho por dia. Quatro empregos. Três calos em cada pé. Dois reais e quarenta e cinco centavos sobrando no fim da semana. Zero apoio. Era assim que eu existia. Ou melhor, sobrevivia. Morava no quartinho dos fundos da casa dos meus pais. Era úmido, estreito, com o reboco descascando. Mas ainda assim, pagava um valor mensal que eles chamavam de “contribuição adulta”. Duzentos e cinquenta reais. “Você já tem idade pra se sustentar”, meu pai dizia, ignorando que a mesma regra não se aplicava à minha irmã caçula, Isabela, que comia, dormia, comprava roupas caras e viajava com o dinheiro que eu suava pra ganhar. Eu nunca entendi como ela podia se olhar no espelho. Mas entendi o motivo de meus pais não apenas aceitarem, como incentivarem. Eles eram iguais a ela — cruéis com quem serve, generosos com quem manda. — Está atrasada de novo, Mariana — minha mãe resmungou certa manhã, quando voltei da padaria, onde limpava o chão das quatro às oito. Deixei o pacote de pão sobre a pia. — Tive que esperar o ônibus por quase cinquenta minutos. Perdi o das cinco. E depois, uma mulher desmaiou na fila. Tive que ajudar. Ela me encarou como se eu tivesse dito algo ofensivo. Como se ajudar alguém fosse uma desculpa imperdoável. — Se tivesse carro, não perderia hora — disse meu pai, surgindo atrás dela. Fiquei em silêncio.