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38a rodada - 04/12/2011 Com Nilton, Romulo e Fellipe Bastos marcando forte no meio-campo, o técnico Cristóvão Borges deixava claro que daria liberdade total a Felipe para criar. E surgiu dos pés do camisa 6 a primeira boa trama do Vasco, pela meia-direita, quando deu um belo passe para Fágner bater com força, de efeito, dando susto no goleiro Felipe. No duelo de talentos, Ronaldinho - ironizado pela torcida do Vasco com música referente à polêmica de vídeo divulgado na internet no qual estaria se masturbando - ficava isolado pelo lado esquerdo e pouco se mexia. A melhor opção era pela direita, com um Léo Moura mais ofensivo. E dos seus pés começou troca de passes com Fierro e Negueba até parar em Thiago Neves, que mandou de canhota rente à trave. Foi a melhor jogada da equipe no primeiro tempo. Daí em diante, o Flamengo se empolgou e começou a deixar espaços, principalmente no seu lado direito defensivo. Foi por ali que o Vasco fez a jogada que gerou muitas reclamações, e justas. Diego Souza arrancou pela meia-esquerda e foi puxado pela camisa por Willians até o interior da grande área. Pênalti claro que o árbitro Péricles Bassols não marcou. O camisa 10 cruz-maltino começava a aparecer na partida. A forte marcação no meio-campo fez o Vasco retomar o domínio. O time se mexia mais. Jumar já continha a jogada de Fierro e Léo Moura. Fellipe Bastos e Romulo davam velocidade à meia-cancha, e até Nilton resolveu dar uma bela arrancada pelo lado direito. Passou como quis por Fierro e centrou para Diego Souza, livre de marcação, testar firme, sem defesa para Felipe: 1 a 0 Vasco, aos 29 minutos, com direito à comemoração do trem-bala. A torcida vascaína se empolgou no Engenhão. Faltava o gol do Palmeiras sobre o Corinthians no Pacaembu para a festa ficar completa. O Flamengo sentia o golpe. Ronaldinho já buscava jogo pela direita, mas sem a menor inspiração. Thiago Neves acabou prejudicado após uma dividida com Dedé e custou a retomar o ritmo da partida. Confuso, Negueba saía muito da área, o que facilitava a marcação vascaína. A tensão era visível dos dois lados. Willians e Felipe Bastos se estranharam após uma dividida. O meia Felipe reclamava da arbitragem e estimulava os companheiros. Alecsandro levou perigo mais duas vezes ao gol rubro-negro. Na segunda, obrigou Felipe a mandar para escanteio um tiro perigoso pela direita. E o primeiro tempo acabava com incontestável superiodade vascaína. Vanderlei reconheceu o erro na escalação inicial e mudou os planos. Saíram Negueba e Fierro, entraram Deivid e Muralha. Com a derrota parcial, o Flamengo corria risco de ficar fora da Libertadores. O segundo tempo começou com emoção para os dois lados. Primeiro foi o Vasco, com Felipe rolando mais uma vez para Fágner quase ampliar. Do lado rubro-negro, o despertar de Ronaldinho Gaúcho deu início à reação: primeiro, o camisa 10 serviu no meio para Muralha bater com perigo, à direita de Prass. Depois, R10 lançou na esquerda para Deivid limpar a jogada e tocar para Renato Abreu, que se livrou da marcação e colocou de canhota, no fundo das redes, empatando a partida aos 10 minutos. Mais bem armado, com Muralha saindo mais para o jogo e Alex Silva bem na defesa, o Flamengo cresceu, e aos 21 minutos o time reclamou de pênalti de Dedé em Ronaldinho Gaúcho, em lance duvidoso. O árbitro mandou seguir. Cristóvão mexeu no Vasco. Tirou Felipe e Fellipe Bastos, dois dos maiores destaques do time, e pôs Bernardo e Eduardo Costa. Logo em seguida, Junior César arrancou pela direita - isso mesmo, pela direita - até levar entrada por trás de Jumar, que já tinha cartão amarelo. O árbitro Péricles Bassols não hesitou em dar o vermelho. Mesmo com 10 em campo, o Vasco precisava arriscar. Para armar o time, sobrou Dedé. Foi dele o passe açucarado para Bernardo desferir uma bomba bem defendida por Felipe, um dos mellhores em campo. Pouco depois, Junior César sentiu e teve de sair. Vanderlei chegou a ensaiar pôr Thomás e deslocar Renato Abreu para a lateral, mas o camisa 11 sinalizou que não tinha condições físicas. Entrou Rodrigo Alvim. O sufoco vascaíno continuava. O gigante Dedé empurrava o time. Mas o Flamengo também ameaçava. Léo Moura, em alta velocidade, puxou contra-ataque e lançou Ronaldinho, que obrigou Fernando Prass a uma das defesas mais bonitas da rodada. Cristóvão trocou Diego Souza por Elton. Renato Abreu simulou falta, foi expulso e por pouco não agrediu Péricles Bassols na mesma hora em que ocorria confusão também em Corinthians x Palmeiras. O Vasco pressionou, mas não conseguiu a vitória. No fim, Felipe, o vascaíno, reclamou com Bassols e foi expulso. Não se conformou com o resultado, que a sua torcida aplaudiu.