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Neste corte do Bradock Show, Juliana Leite faz uma análise contundente sobre as revelações trazidas pela jornalista Malu Gaspar a respeito de articulações nos bastidores do Supremo Tribunal Federal envolvendo a possibilidade de prisão domiciliar para Jair Bolsonaro. Segundo as informações discutidas no programa, ministros do STF estariam avaliando essa alternativa não por uma mudança de entendimento jurídico, mas por preocupação com o desgaste institucional caso Bolsonaro venha a sofrer um agravamento de saúde enquanto permanece preso. A leitura apresentada é direta, a situação teria passado do campo político para o campo do risco institucional. Juliana destaca que o Supremo hoje enfrenta questionamentos vindos de todos os lados. Não apenas da direita, mas também de setores da imprensa e da própria esquerda, que começam a demonstrar desconforto com a condução de casos recentes, especialmente após o escândalo envolvendo o Banco Master e as conexões reveladas entre empresários, escritórios de advocacia e figuras centrais do Judiciário. O debate avança para um ponto sensível, o temor não seria a situação humana de Bolsonaro, mas o impacto político e simbólico que uma tragédia poderia causar. Para Juliana, isso não apaga nem corrige o que já foi feito. Uma eventual transferência para prisão domiciliar não limpa a imagem do STF, nem resolve os questionamentos sobre excessos, arbitrariedades e decisões tomadas fora do devido processo. Durante o programa, ela também chama atenção para o que considera o maior escândalo de corrupção da história recente, envolvendo Daniel Dantas, o Banco Master e uma rede que atravessa espectros políticos. Segundo Juliana, o silêncio de muitos parlamentares, inclusive de direita, é revelador e levanta suspeitas sobre quem foi alcançado por esse esquema. Outro ponto criticado é a condução do depoimento de Daniel Dantas, tratado como um espetáculo vazio, que não respondeu às perguntas que a sociedade esperava. Para ela, a sensação geral é de que o brasileiro está sendo tratado como ingênuo, enquanto fatos graves são relativizados ou empurrados para debaixo do tapete. Juliana também aborda a estratégia que estaria sendo desenhada nos bastidores, usar o caso Bolsonaro como cortina de fumaça para desviar o foco de escândalos maiores que envolvem interesses financeiros, políticos e jurídicos profundamente conectados. O corte ganha ainda mais força quando entra a discussão sobre as iniciativas no Senado. Juliana destaca a importância dos pedidos de quebra de sigilo apresentados por parlamentares, apontando que esse tipo de ação atinge o núcleo financeiro do problema e pode provocar consequências reais. Para ela, esse é o caminho institucional correto para enfrentar o que define como uma engrenagem organizada de poder. O vídeo termina com uma afirmação dura, Bolsonaro não estaria preso por critérios técnicos claros, mas mantido como peça de um jogo político maior. Uma eventual concessão agora não reescreve a história, nem devolve o tempo, a saúde ou o sofrimento vivido. Um corte forte, que expõe bastidores, questiona narrativas oficiais e coloca o foco no que muitos evitam discutir. 👉 Assista até o final, deixe seu comentário e participe do debate.