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A barriga roncava um som de desespero Onde a fome é o único tempero Olhei pro lado, vi sombras conhecidas Amigos de copo, de festas e de vidas Mas quando a mão estendi, pedindo um bocado Cada um deles seguiu, me deixando de lado O mundo é um deserto de gente de gelo Onde o grito de um homem não passa de um apelo. Eu tava no chão, com a vista embaçada Sentindo o peso da poeira da estrada Foi quando um par de sandálias parou bem ali Uma voz tão mansa que eu quase não ouvi Ele se abaixou, não teve nojo da lama Estendeu um prato, como quem um filho chama Me deu de comer, me olhou com bondade Um estranho trazendo a maior claridade. Ele não tinha ouro, nem capa de rei Mas curou feridas que eu nem sei como curei Palavras de força, um abraço de irmão Me pôs de pé, tirando o peso do chão Enquanto ele falava, o vento soprava um aviso Havia uma paz em cada sorriso. Quando ele se foi, no final da conversa Vi algo que ainda hoje minha mente dispersa Debaixo do pano, nas costelas, o sangue vertia E as palmas das mãos... um rasgo ele trazia Eu tentei ajudar, perguntei da dor Mas ele me olhou com um olhar de puro amor Disse: "Não se preocupe com o que aconteceu Eu suporto as marcas do que já foi meu". Eu perguntei: "Quem é você, meu senhor?" Ele respondeu com um tom inspirador: "Sou apenas o filho de um velho carpinteiro... E essas feridas são o preço que eu paguei por inteiro. O pagamento foi alto, mas a obra eu terminei." Ele não tinha ouro, nem capa de rei Mas curou feridas que eu nem sei como curei Palavras de força, um abraço de irmão Me pôs de pé, tirando o peso do chão Enquanto ele falava, o vento soprava um aviso Havia uma paz em cada sorriso. Ele sumiu na neblina, sem deixar rastro no chão Mas deixou um banquete no meu coração. Um filho de carpinteiro... Com as mãos furadas... E a alma do mundo inteira curada.