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BAIRRO PIMENTA EM INDAIATUBA A FAZENDA. AÇUCAR, CAFÉ E A PRIMEIRA DIÁSPORA ITALIANA. No registro de terras de Itu (1817/1818) consta que no início do século XIX a Fazenda Pimenta pertenceu ao Capitão mor José de Camargo Penteado que utiliza mão de obra escrava na cultura de açúcar. Segundo a historiadora Adriana C. Koiama, antes de produzir o café a fazenda produzira açúcar: "Havia um engenho na Fazenda Pimenta, no período do ciclo do açúcar paulista, com documentação sobre isso datada do início do século XIX (1818)." Mais para o final desse século pertenceu a Antônio de Almeida Sampaio, que passou a produzir café em grande escala nesta e noutras fazendas de sua propriedade (Gramma e Santa Rita), recebendo grande quantidade de imigrantes italianos, contratados como colonos. A ESTAÇÃO PIMENTA: A estação ferroviária da Fazenda Pimenta - Estação Pimenta - funcionou sob a gestão das seguintes companhias: Cia. Ytuana (1873-1892), Cia. União Sorocabana e Ytuana (1892-1907), Sorocabana Railway (1907-1919), E. F. Sorocabana (1919-1971) e Fepasa (1971-1998). Operando entre a estação de Salto e a estação entroncamento de Itaicí, Pimenta foi inaugurada em 14 de novembro de 1872. O prédio atual foi construído em 1899. Ainda segundo Adriana, a grandeza da produção de café da Fazenda Pimenta justificava sua existência: "Essa facilidade de embarcar o produto diretamente da fazenda é típica de grandes produtores de café, pois seu custo é bastante alto. É enorme o contingente de trabalhadores contratados por esse fazendeiro, pois, juntas, suas fazendas... [Pimenta, Gramma e Santa Rita]... têm 111 casas de colonos...". SEGUNDA DIÁSPORA ITALIANA Ao fim da segunda guerra um expressivo grupo de italianos importantes da política, da indústria e das finanças, saíram da Itália para fugir às perseguições dos novos governantes do pós guerra que tinham contas a ajustar com os fascistas, simpatizantes ou colaboradores que ficaram no poder por 22 anos e criaram muitos inimigos. Também vieram profissionais qualificados em busca de trabalho. Por volta de 1950 esse novo movimento de imigração de italianos para o Brasil cruzou o Atlântico porque seu país estava destruído e sem perspectivas, devido ao desmoronamento do delírio facista. São Paulo tinha um grande empresariado italiano simpático ao fascismo, dentre eles os Matarazzo, Crespi, Morganti, Pinotti Gamba, Noschese, Pugliesi, Siciliano, Lunardelli. Etc. A partir de 1960, dentre as famílias mais importantes, grande parte retornou à Itália, que já estava em estabilidade política e tinha encerrado as perseguições aos fascistas. INDUSTRIA E CAPELA: Santoro Mirone (Catania, IT, 08/08/1910 a 25/03/1992 BR), era filho de agricultores com tradição em citricultura, graduou-se em ciências contábeis e foi oficial da marinha italiana até o final da 2ª guerra. Migrou para o Brasil, fretando um navio da bandeira grega, seguido por quarenta famílias de trabalhadores e trazendo uma série de equipamentos como: tratores, implementos e veículos necessários para seu projeto. Na atividade agrícola introduziu a "parceria agrícola" em substituição a tradicional meação, dando maior participação e autonomia aos trabalhadores que passaram a perceber 75% da produção e tinham liberdade para a comercialização dos produtos, transformando-os em pequenos empresários. Além da atividade agrícola, em 1950 montou uma indústria para extração de óleos vegetais comestíveis e essenciais denominada "Siap- Sociedade de Industrialização Agrícola Pimenta Ltda." A indústria prosperou nas décadas de 50 e 60. Encerrou em 1973. Ao derredor construiu casas para os trabalhadores e parceiros agrícolas, uma igreja, a capela de São José, que hoje fazem parte do paisagismo do bairro Pimenta e um campo de futebol com dimensões oficiais. Doou terras para construção de escola no bairro e fundou a Associação Irmandade de São José, com fins filantrópicos e educacionais. Recebeu vários prêmios e condecorações, dentre elas a de patrono do Senai de Indaiatuba. Fontes: http://indaiatuba.sp.senai.br/institu... http://jornalggn.com.br/noticia/fasci... http://www.educacional.com.br/reporta... http://www.promemoria.indaiatuba.sp.g...