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Live: 11/02/2026 Estudo: Cartas de Paulo CDP #366 Apresentação: Carlos Alberto Braga Costa Tema: GUARDAR A PACIÊNCIA FONTE: (Efésios 6: 7) ✨ EDITORIAL — Guardar a Paciência “Servindo de boa vontade, como ao Senhor, e não aos homens.” (Efésios 6:7) Guardar a paciência não é apenas conter impulsos: é educar a alma no ritmo do espírito. Ao escrever aos efésios, Paulo dirige-se a homens inseridos em relações duras, hierárquicas, muitas vezes injustas. E, ainda assim, eleva o olhar: não romantiza a servidão, mas espiritualiza o serviço. O apóstolo convida à transmutação interior — não para legitimar abusos, mas para libertar a consciência do ódio, da revolta cega e da escravidão emocional. A paciência, aqui, não é passividade. É força moral em estado de vigília. Na lição 129 de Fonte Viva, Emmanuel aprofunda esse ensinamento ao nos recordar que o trabalho bem executado, mesmo quando invisível aos olhos humanos, é sempre visto por Deus. Cada gesto paciente torna-se oração viva. Cada tarefa cumprida com boa vontade converte-se em degrau de ascensão espiritual. À luz da Doutrina Espírita, compreendemos que: o espírito não está submetido eternamente às circunstâncias, mas aprende com elas enquanto as atravessa. A paciência, então, não é resignação cega, é inteligência espiritual aplicada ao tempo. Já a psicologia transpessoal consciencial nos ensina que a impaciência nasce, muitas vezes, do conflito entre o ego que quer resultados imediatos e o Self profundo, que compreende os ciclos da maturação interior. Quando servimos apenas para receber aprovação, reconhecimento ou recompensa externa, adoecemos emocionalmente. Quando servimos com sentido, integramos ação e consciência. Guardar a paciência é aceitar que: nem todo fruto amadurece no mesmo verão, nem toda resposta vem na mesma oração, nem toda justiça se manifesta no mesmo dia. Mas nada se perde. O bem realizado em silêncio se grava no perispírito, educa as emoções, amplia a consciência e prepara futuros encontros com a própria paz. Assim, quando Paulo nos lembra que “cada um receberá do Senhor todo o bem que fizer”, ele não fala apenas de recompensa futura: fala de transformação presente. O bem feito com paciência já é, em si, libertação. Guardar a paciência é, portanto: confiar sem cruzar os braços, agir sem desespero, esperar sem desistir. É servir hoje como quem já compreendeu que Deus não se apressa — mas nunca se atrasa.