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TEATRO DE ILUSÕES (Ish Hagun) É da natureza cair na tentação De vestir verdades com roupa de ilusão Sorrisos prontos, discursos ensaiados Castelos erguidos sobre chão rachado Mente-se por quase nada, por quase tudo Por aplauso vazio, por medo mudo Pra parecer maior do que realmente é Enquanto a alma se encolhe de pé Cada palavra torta deixa um rastro no chão Cada farsa assinada cobra prestação A mentira não fere quem a escuta primeiro Ela corrói por dentro o próprio hospedeiro Viver de enganos é cavar o próprio chão É assinar sofrimentos com a própria mão É sorrir por fora e por dentro ruir É fugir do espelho com medo de se ouvir Que tolice é essa de tentar parecer? Se a verdade é a única forma de viver Sem véu, sem máscara, sem escuridão Só a luz sustenta o peso do coração Alguns mentem pra mostrar o que não são Outros pra anestesiar a frustração Há quem minta por medo da exposição Das próprias rachaduras, da própria imperfeição Mas a farsa é uma dívida crescente Uma nota promissória ardente Que vence no prazo da consciência E cobra com juros de dor e decadência O espelho não grita, mas não se cala Ele revela o que a alma fala E dói encarar a própria nudez Sem roteiro, sem personagem, sem altivez Melhor a verdade que corta e cura Do que a mentira que envenena e dura Melhor a paz de um chão imperfeito Do que o trono falso de um falso eleito Viver de enganos é morrer devagar É construir prisões sem precisar É carregar correntes invisíveis Em promessas frágeis, impossíveis Que tolice é essa de se esconder? Se ninguém consegue de si mesmo correr Só a verdade levanta o olhar E permite à alma respirar Quem escolhe a farsa escolhe o peso Quem escolhe a máscara escolhe o medo Mas quem encara o próprio reflexo Encontra liberdade no avesso Porque a mentira destrói silenciosa Mas a verdade, ainda que dolorosa É a única estrada que não se desfaz E conduz o homem à própria paz.