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⏳ Esta música já nasceu como memória. Agora, ela retorna como impacto. “Onde Moram os Ontens” ganha uma nova pele: mais pesada, mais crua, mais elétrica. A delicadeza do tempo continua ali, mas agora vem atravessada por guitarras distorcidas, bateria pulsando como um coração cansado e uma atmosfera que carrega o peso de tudo aquilo que deixamos passar. Se antes era um sussurro melancólico, agora é um grito contido. O metal aqui não é agressão gratuita — é intensidade emocional. É a infância rasgada pelo tempo, os risos virando ecos, os dias escorrendo rápido demais. É o mesmo sentimento, só que sem anestesia. Essa versão fala de crescimento à força, de memórias que não pedem licença, de um passado que insiste em bater mais alto. O tempo continua sendo esse escultor invisível — mas agora ele trabalha com martelo e bigorna. Não é um lamento. É catarse. É pra quem sente o peso dos anos, mas segue em pé. cabecadeabobora_cbq instagram: /cabecadeabobora_cbq ✍ Letra por – Diego Ferreira 🎧 Produção sonora com uso de inteligência artificial, sob direção criativa do autor 🎨 Arte – insta: @rabiscoartdigital 📜 Letra completa abaixo: ONDE MORAM OS ONTENS [1 verso] lembrança de um sol que esperava No quintal que o tempo dormia descalço na grama eu pisava Risos leves eram poesia As nuvens do tempo passavam O mundo era um campo encantado os medos dançavam na mão E a dor era um som abafado [Verso] Depois veio o peso do tempo E o fogo no peito a arder dias voam leves no vento Beijos que não quisemos perder As noites viravam abismos Onde a alma jurava saber o tempo, sorrindo nas sombras noite embala sem nada dizer [Refrão] Ah, onde moram os ontens? Quem os guarda sem se desfazer? Na curva da estrada da vida O menino teve que crecer é engraçado como as coisas são e se pensar não tem graça alguma Os dias caem e as noites se vão Sem deixar promessa nenhuma [Verso] Agora, com os olhos cansados Enxergo o que nunca entendi Que o tempo é só água nos dedos cruel mas te ensina a existir Carrego silêncios antigos E rugas como ondas do mar E refrões que não servem de abrigo aproveite a luz do luar [refrão] Ah, onde moram os ontens? No eco de um riso, talvez Nas cartas que nunca rasgamos Nas fotos em tons de xadrez é engraçado como as coisas são e se pensar não tem graça alguma Os dias caem e as noites se vão Sem deixar promessa nenhuma [Refrão 2] E sigo, com passos serenos O vento ainda sopra também Sou todos que fui algum dia alguns encontrarei no além [refrão] Ah, onde moram os ontens? No eco de um riso, talvez Nas cartas que nunca rasgamos Nas fotos em tons de xadrez é engraçado como as coisas são e se pensar não tem graça alguma Os dias caem e as noites se vão Sem deixar promessa nenhuma #OndeMoramOsOntens #MetalBrasileiro #MetalAutor #MetalEmocional #MetalAlternativo #MetalPoético #MetalComSentimento #HeavyMetalBR #RockPesado #SomAutoral #MúsicaAutoral #ArteEmFormaDeSom #MemóriaEDor #Tempo #Saudade #CrescerDói #PoesiaSombria #MetalAtmosférico #UndergroundBR #CabeçaDeAbóbora