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TIRANA GRANDE A Tirana Grande dançada no palco da Vacaria, foi ensinada por Augustinho Manuel Serafim (tio Belizário) à Arthur de Andrade. No acervo do IGTF consta que a pesquisa foi realizada por Lilian Argentina e Rose Garcia na cidade de Santa Cruz do Sul (1985), coletando informações de Marciliano Rodrigues. Revisão técnica de Jorge Preiss e transcrição de Rose Garcia. No Rio Grande do Sul a tirana era popularíssima, João Cezimbra Jacques (Assuntos do Rio Grande do Sul, 18, Porto Alegre, 1912) julgava-a vinda entre 1822 e 1835. "Existiam também diversas tiranas, a tirana-grande, dança sapateada em roda grande, diversas tiranas-de-dois, bailados em grupos de dois pares, a tirana-de-ombro, assim chamada devido à aproximação seguidamente do ombro de um dos cavalheiros com a dama do outro cavalheiro e vice-versa; e fora destas havia também a tirana-tremida, assim denominada pelo trinado das cordas da viola e também chamada tirana-dos farrapos". Em Portugal, a Tirana é dança de conjunto, bailado em roda, com influência dos sapateios fandanguistas. Alceu Maynard Araújo assim descreve a tirana observada em Cananéia. "É uma dança muito mais calma do que qualquer outra assistida em Cananéia, do grupo do fandango rufado ou batido. As damas fazem roda no centro e os homens por fora, defrontando-se os pares. Enquanto os homens rufam amolentadamente os pés, as damas balanceiam ao som da música. As rodas se deslocam vagarosamente, ambos no sentido dos ponteiros do relógio. Cabe ressaltar que Tio Belizário nasceu em 1893, na localidade de São José – SC, sendo seus avós gaúchos, naturais de São Francisco de Paula (Fazenda dos Ausentes). Com eles aprendeu diversas danças folclóricas. Passou a residir em Vacaria no ano de 1943, iniciando a transmissão do seu vasto repertório de danças, que aprendera com seus avós. Tio Belizário foi convidado por Sebastião Peixoto, para ensinar a Invernada Artística do CTG Porteira do Rio Grande. Dedicou mais de 50 anos da sua vida ensinando os catarinenses e rio-grandenses mais de 40 danças folclóricas, muitas das quais existem até hoje. Augustinho Manoel Serafim era recordado por todos que o conheceram. E mostrando seu espírito participativo, ele tornou-se um grande colaborador das escolas de Vacaria. Conforme depoimentos da Sra. Dalva Soldatelli e do Sr. Dorneles Kramer de Abreu, Tio Belizário transmitiu seus conhecimentos de danças aos alunos, sem remuneração alguma. À convite de Marciliano Rodrigues, membro da patronagem do CTG Lanceiros de Santa Cruz (Santa Cruz do Sul-RS), Tio Belizário passou a ensinar danças para a Invernada Artística daquela entidade. * * * O conjunto Folclórico Tropeiros da Tradição, nos últimos 26 anos reconstituíram e lançaram para o movimento Tradicionalista Gaúcho, vários temas coreográficos, e no Palco sagrado da Vacaria mostraram vários desses temas. Dentre eles sitamos o Graxaim, São Gonçalo do Amarante, Chico do Porrete, Dança dos Facões, Valsa da Mão Trocada,Valsa das Cadenas, Tirana do ombro, Faca Maruja, Jardineira, Careca Caiu N’Agua, Chotes Carreirinho do José Fragoso, Chegadinho, Siscadinho, Chote Solado, Feliz amor, Os Lanceiros e tantos outros, Sendo assim nesse ano de 2020 apresentamos mais 6 danças inéditas, o Sapateio, Tirana Grande, Polca Mancada, Marrequinha da Lagoa, Chico Sapateado e Chote de Roda Grande para apreciação dos senhores, e com isso, os Tropeiros da Tradição cumprem a missão de devolver para o povo temas coreográficos que eram do povo!