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O avanço acelerado de ferramentas de IA generativa nas áreas de negócio criou um fenômeno inevitável nas organizações, a Shadow AI. Estudos recentes indicam que mais de 60% dos profissionais já utilizam ferramentas de IA sem conhecimento ou aprovação formal de TI ou Compliance, motivados por ganhos imediatos de produtividade e velocidade de decisão (Gartner, 2024). Ao mesmo tempo, relatórios de risco apontam aumento consistente de vazamentos de dados sensíveis, decisões automatizadas sem rastreabilidade e uso indevido de propriedade intelectual associados a esse uso não governado (IBM, 2023; MIT Sloan, 2024). O webinar parte desse dilema real entre controle e inovação para discutir como estruturar governança pragmática e modelos de COE descentralizados que preservem autonomia com responsabilidade. A abertura contextualiza o conceito de Shadow AI, diferenciando-o de Shadow IT e explicitando por que a IA acelera o problema. A evidência empírica mostra que a barreira de entrada quase nula de ferramentas como copilotos, LLMs públicos e automações low code amplia exponencialmente o risco organizacional quando comparada a soluções tradicionais de TI (WEF, 2024). Nesse ponto, são apresentados exemplos reais de impactos negativos e positivos, demonstrando que a questão não é proibir, mas estruturar. Na sequência, o foco migra para riscos concretos. Segurança da informação, privacidade de dados, vieses algorítmicos, dependência tecnológica e perda de governança decisória são analisados de forma objetiva, conectando esses riscos a frameworks já consolidados como ISO 27001, NIST AI RMF e princípios de AI TRiSM (NIST, 2023; Gartner, 2024). O objetivo é mostrar que Shadow AI não é um tema abstrato, mas um vetor direto de risco operacional, regulatório e reputacional. O terceiro bloco aborda governança de IA com viés prático. Em vez de modelos excessivamente centralizados, que comprovadamente reduzem adoção e empurram o uso para a informalidade, são apresentados princípios de governança adaptativa. Evidências indicam que modelos baseados em diretrizes claras, catálogos de uso permitido, classificação de risco por caso de uso e mecanismos de monitoramento leve são mais eficazes do que controles rígidos ex ante (BCG, 2024). Aqui se estabelece a ponte entre governança e habilitação. A discussão evolui então para o papel do COE descentralizado. São apresentados modelos federados nos quais áreas de negócio mantêm autonomia para experimentar, enquanto o COE central define padrões mínimos, arquiteturas de referência, critérios de risco e mecanismos de auditoria contínua. Estudos de maturidade mostram que organizações com COEs federados atingem maior escala de valor com menor incidência de Shadow AI descontrolada quando comparadas a modelos puramente centralizados. Esse bloco detalha papéis, responsabilidades e limites claros entre TI, Jurídico, Compliance e áreas de negócio. O quinto bloco trata de boas práticas operacionais. São discutidos mecanismos como sandboxes controlados, catálogos de ferramentas homologadas, trilhas de capacitação para citizen developers, critérios de classificação de dados para uso em IA e rituais de revisão periódica de casos de uso. Cada prática é conectada a evidências de redução de risco e aumento de adoção sustentável, evitando abordagens opinativas ou genéricas. Encerrando o conteúdo técnico, o webinar apresenta um roadmap evolutivo. O caminho proposto parte do diagnóstico de Shadow AI existente, passa pela definição de princípios e políticas mínimas, estruturação do COE descentralizado e evolução para modelos de governança contínua orientados por risco e valor. Pesquisas indicam que organizações que tratam governança como jornada incremental, e não como projeto fechado, apresentam maior resiliência e retorno sobre investimentos em IA. Shadow AI não é um desvio isolado, mas um sintoma de desalinhamento entre velocidade do negócio e capacidade institucional de governar tecnologia. A evidência acumulada aponta que tentar eliminar o fenômeno por proibição é ineficaz e contraproducente. O caminho mais robusto combina governança clara, COEs descentralizados e práticas que equilibrem autonomia com responsabilidade. O webinar se propõe a oferecer esse olhar pragmático, baseado em dados, frameworks reconhecidos e experiências reais, permitindo que líderes transformem um risco difuso em vantagem competitiva sustentável.