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A nova geração de jogos trouxe gráficos impressionantes, mundos gigantescos e tecnologias como ray tracing e SSDs ultrarrápidos. Mas junto com toda essa evolução técnica, surge uma pergunta importante: a criatividade está evoluindo no mesmo ritmo? Cada vez mais vemos grandes estúdios apostando em fórmulas seguras, continuações anuais, remakes e modelos focados em microtransações. Battle passes, skins pagas e conteúdos fragmentados se tornaram prioridade em muitos projetos. O risco criativo muitas vezes dá lugar à segurança financeira. Em vez de novas ideias ousadas, recebemos variações do que já vendeu milhões. Por outro lado, a criatividade não morreu — ela apenas mudou de espaço. Muitos jogos independentes continuam inovando em narrativa, mecânicas e direção artística, mostrando que ainda existe paixão e experimentação na indústria. Enquanto os grandes blockbusters priorizam retorno garantido, os indies muitas vezes carregam a chama da inovação. A questão não é apenas lucro versus arte. Jogos sempre foram um negócio. O problema surge quando decisões criativas passam a ser guiadas exclusivamente por métricas de monetização. Quando o design é pensado primeiro para vender, e depois para divertir, o jogador percebe. A nova geração tem potencial ilimitado. A tecnologia está aí. A pergunta é: os estúdios vão usar esse poder para criar experiências memoráveis ou apenas produtos altamente rentáveis? 🎮 E você, acha que a criatividade nos games está diminuindo ou estamos apenas em uma fase de transição?