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. . . . DASFONTESTUDIOS . . . . 1verso: Sereno foi só o veneno duma cascavel eu MESMO já provei do o proprio spell Reto-escavadora, rap até que eu morra Que meu sangue escorra nestas ruas pra que vocês tenham uma passarela Um tapete vermelho os 5 minutos de fama Passado um dia ninguém sabe como é que a tua mãe te chama Não duvides disso, dúvida antes de quem diz que te ama Só para que evites um encontro com um dos teus amigos na cama A faca qualquer um a espeta, Por isso comigo é rédea curta Cá na zona a media Em cada 5 6 são, filhos da puta Fora as mães que não tem culpa Fora os cães, que não dão luta Ainda há uns quantos “capitães” Que nunca fizeram a recruta Estão me a querer tirar a pinta ou que ? Ya eu estou com trinta e que? Vais me dizer que a idade pesa É que a presa me deixa a mercê Tu só vais dizer aquilo que te interessa O resto agente vê Com o passar do tempo quanto tempo ouvem o teu cd Ya o meu primeiro Cd e o segundo que ficou a quem Concertos sem receber cachê e eu é que sou o filha dá mãe Ya eu é que cospi no prato onde comi mas vendo bem Até os kilos que eu tinha a mais na altura fiquei sem … Sem perder a fome, de olhos abertos senão qualquer um te come.. Todos com a mania que são mais espertos mas só ao telefone Acredita, No dia em que eu não tiver mais rimas, Faço-te perder o pio, com o fio do meu microfone Trágico, sou só eu a fazer truques de mágico Real mesmo! mamas de silicone pistolas de plástico Leal mesmo, só até ver as notas enroladas no elástico Eu vi mesmo com os meus olhos não estou a ser sarcástico Rustico, ainda sonho em fazer um album acústico Estupido, tipo eu falar para mim mesmo que sou musico O público nunca foi um alvo e eu só me sinto a salvo lúcido O mar está bravo e eu prefiro escrever o destino em rúnico 2verso: No meu calhambeque, as salamu Alaikum oxalá meu rap um “pelo sul” malaico nunca confiei no Dread Nunca liguei muito ao hype, sozinho sem ninguém na Back 5 para 1 ao fight sempre tive os enemys por perto Porem-me em cheque, nada de novo por estes dias Sentir-me vivo como nadar de novo em águas frias Brincar com o perigo, tu nem em puto o fazias Vais me ver sempre na boca do lobo a dar leite nas crias Eu arrisco corro o risco , volto a riscar novamente coisas que eu não tinha visto e só tinha que olhar pra frente Há coisas pelas quais eu arrisquei que risquei para sempre Do meu bloco de notas, tipo bue tropas de antigamente Passado é passado ,conhaque é conhaque Nunca confundas uma reserva” com vinho barato Hoje existe muita oferta e pouca qualidade E eu conheço poucos que sabem ao que é que um bom vinho sabe Sabe a pato. João Fontes O rapper descreve-se como alguém que já provou o próprio veneno, mostrando uma postura de enfrentamento e coragem diante dos desafios. Ele fala sobre a efemeridade da fama, mencionando que, após um dia, ninguém se lembra do seu nome. Também menciona a importância de duvidar daqueles que dizem amá-lo, para evitar decepções e traições. O rapper expressa uma postura de defesa, afirmando que tem rédeas curtas e não permite que ninguém o manipule. Critica a reputação da área em que vive, mencionando que a maioria das pessoas são "filhos da puta", além de mencionar outros problemas sociais. Ele menciona sua idade (trinta anos) e desafia qualquer pessoa a dizer que a idade pesa. Também destaca suas conquistas musicais, como o lançamento de seus CDs, mesmo sem receber dinheiro e enfrentando dificuldades. Apesar disso, mantém a determinação e a fome de sucesso. O rapper se vê como um artista autêntico em contraste com aqueles que se consideram mais espertos, mas só são bons ao telefone. Ele menciona sua habilidade de rimar e ameaça fazer alguém perder a voz com o fio de seu microfone. Na segunda parte do texto, o rapper menciona suas raízes culturais e sua desconfiança em relação a um certo indivíduo. Ele afirma que nunca deu muita importância ao hype (moda), preferindo estar sozinho e cercado de inimigos. O rapper se coloca em situações arriscadas e desafia o perigo, mostrando sua coragem e determinação. Ele menciona sua presença constante em situações perigosas e seu compromisso com os mais jovens. Ele destaca sua disposição para arriscar e enfrentar as consequências, sempre olhando para frente. Menciona também o passado como algo que fica para trás e destaca a diferença entre uma boa qualidade (reserva) e algo barato. No final, ele faz uma referência ao vinho que "sabe a pato", indicando sua preferência por algo de qualidade. Essa linha pode ser interpretada como uma metáfora para suas ambições e padrões elevados na vida e na música.