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ALÉM DA CIÊNCIA - NOVO PODCAST NA INTERNET!!! / @alemdaciencia_sacani 🌟 UMA ESTRELA EXPLODIU E REVELOU UM SEGREDO DO UNIVERSO Em março de 2026, cientistas publicaram na revista Nature uma das descobertas mais impactantes da astronomia moderna: a primeira evidência observacional do Efeito Lense-Thirring em torno de um magnetar — e ela veio de uma supernova superluminosa chamada SN 2024afav. Mas o que isso significa? Vamos do início. Supernovas superluminosas Tipo I (SLSNe-I) são explosões estelares 10 vezes mais brilhantes do que supernovas comuns. Tão brilhantes que desafiam a física durante décadas — ninguém sabia ao certo de onde vinha toda essa energia. A teoria mais aceita envolve os chamados magnetares: estrelas de nêutrons com campos magnéticos absurdamente intensos, girando centenas de vezes por segundo logo após nascerem na explosão. O problema? O modelo padrão do magnetar previa uma curva de luz suave e monotônica após o pico. Mas a maioria das supernovas superluminosas apresentava soluços estranhos — oscilações inexplicáveis na luminosidade. Ninguém conseguia explicar esses "solavancos". A SN 2024afav mudou tudo. Ela foi descoberta em dezembro de 2024 e mostrou algo nunca visto antes: os solavancos tinham períodos decrescentes — um padrão chamado de "chirp" (como o som de um pássaro acelerando). Usando observatórios como o Las Cumbres Observatory e o ATLAS, os cientistas coletaram dados de altíssima cadência por quase 200 dias. A explicação? O magnetar recém-nascido estava rodeado por um disco de acreção inclinado — matéria que não conseguiu ser ejetada durante a explosão — girando ao redor do eixo de rotação do magnetar. A inclinação do disco gera um torque relativístico chamado efeito Lense-Thirring: uma consequência direta da relatividade geral, onde um objeto massivo em rotação literalmente "arrasta" o espaço-tempo ao seu redor. À medida que o disco cai em espiral para mais perto do magnetar, a precessão acelera — e é exatamente isso que vemos na curva de luz da supernova. Os cientistas conseguiram medir o período de rotação do magnetar (4,2 ± 0,2 ms) e a intensidade do seu campo magnético (1,6 × 10¹⁴ Gauss) usando dois métodos completamente independentes — e os resultados foram idênticos. Uma confirmação extraordinária. Essa descoberta não apenas explica os misteriosos solavancos de luz, mas também abre uma nova janela para testar a relatividade geral em ambientes extremos — o interior violento de supernovas recém-nascidas. O futuro é ainda mais promissor: o telescópio LSST deverá descobrir dezenas de milhares de supernovas superluminosas nos próximos anos, permitindo estudar populações inteiras de magnetars e refinando ainda mais nossa compreensão do universo extremo. 🔭 Se você quer entender o cosmos em seu estado mais selvagem, se inscreva no canal, ative o sininho e compartilhe com quem ama astronomia! 📌 Fontes: Farah et al. (2026), Nature, Vol. 651 | DOI: 10.1038/s41586-026-10151-0 https://cosmonewsnow.com/artigo/s4158... #MAGNETAR #UNIVERSE #SUPERNOVA