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Durante participação no videocast Papo com Geraldo Rodrigues, apresentado de segunda a sexta-feira, a partir das 13 horas, pelo canal GRNEWS no YouTube, Rondinelli Alves, Coordenador da Sub-Sede do Sind-Ute em Pará de Minas falou sobre as demandas dos professores das escolas estaduais em Minas Gerais. A falta de incentivo à qualificação tem afastado profissionais da educação da rede estadual de Minas Gerais. Mesmo com mestres e doutores atuando nas escolas, o reconhecimento financeiro é praticamente simbólico: após 20 anos de carreira, o acréscimo salarial chega a apenas 10%, algo que não se vê em outras áreas do serviço público. Dobrar jornada é a única saída Diante dos baixos salários — cerca de R$ 2.700 por cargo — muitos professores são obrigados a dobrar a carga horária, chegando a trabalhar 48 horas semanais, somando aulas, reuniões e atividades administrativas, para garantir uma renda minimamente viável. Crise na educação e falta de profissionais Essa realidade reflete na falta crescente de profissionais. O último concurso foi considerado um fracasso e há escassez em áreas como fonoaudiologia, terapia ocupacional e até professores de geografia, o que compromete o funcionamento das escolas. Modelo de Estado agrava o problema O atual governo estadual adota uma política de Estado mínimo, priorizando a redução do serviço público e incentivando a privatização, o que impacta diretamente a educação, a saúde e outros setores essenciais. Assista, deixe o like e se inscreva no canal GRNEWS TV no YouTube: