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Dizem que no Recife de 1787, o suor de Ondina tinha um preço amargo: 800 mil-réis. O que ela escondia sob as folhas de bananeira era mais do que quitutes; era a esperança de não ser levada ao leilão público após a dívida de seu senhor. Recontam-se histórias de que Ondina não tinha apenas um tabuleiro, mas uma missão silenciosa. Entre o cheiro de açúcar queimado e o barulho dos cascos de cavalo nas pedras do porto, ela travou uma batalha contra o tempo. Foram trinta anos guardando cada moeda de cobre, cada lasca de prata, para evitar que o martelo do leiloeiro batesse e decidisse o seu destino mais uma vez. Neste vídeo, mergulhamos na memória de uma mulher que transformou o próprio cansaço na moeda que compraria sua dignidade. Uma história de resiliência que as cicatrizes do tempo não conseguiram apagar. Gostou dessa história? Deixe um "Presente" nos comentários se você sentiu a força de Ondina. Aproveite e se inscreva no canal para que mais memórias como esta não caiam no esquecimento. ✨ Sobre esta história: Esta é uma obra de ficção inspirada na realidade brutal do período da escravidão. Os nomes e trajetórias aqui apresentados foram criados para dar vida a memórias coletivas historicamente documentadas. Nosso objetivo é honrar a resiliência humana através da arte e do respeito às nossas cicatrizes históricas. Assista também: O CASTIGO MAIS CRUEL JÁ IMPOSTO A UMA ESCRAVA... ( • O CASTIGO MAIS CRUEL JÁ IMPOSTO A UMA ESCR... ) A ESCRAVA QUE QUEBROU O CHICOTE DO FEITOR... ( • A ESCRAVA QUE QUEBROU O CHICOTE DO FEITOR... ) #CicatrizesDoBrasil #HistoriaDoBrasil #Ondina #BrasilColonial #Escravidão #CulturaBrasileira #RecifeAntigo #Ancestralidade