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⛔ESSA HISTÓRIA E GRAVAÇÃO DE IMAGENS FOI FEITA PELO CRIADOR DO CANAL UMA BELA HISTÓRIA. NÃO AUTORIZO UTILIZAR MINHAS HISTÓRIAS ⛔ Dizem que a dor mais profunda não é a que grita, mas a que se instala em silêncio. Cresci aprendendo a engolir palavras, a sorrir quando tudo em mim pedia para chorar, a abaixar os olhos para não provocar raiva. Durante anos me perguntei se eu realmente merecia tanto desprezo. Hoje sei que não — mas naqueles dias, cada gesto da minha família me fazia acreditar que eu era apenas um estorvo. Meu nome é Isadora Figueiredo, tenho vinte e sete anos e moro em Campinas, interior de São Paulo. Era meu aniversário naquela manhã, mas acordei com o mesmo peso no peito de sempre, sem expectativas de abraços ou presentes. Minha rotina começava cedo: eu trabalhava como assistente de laboratório em uma clínica pediátrica, função que me mantinha em pé, embora sonhasse em terminar a faculdade de medicina para, um dia, ser reconhecida como pediatra de verdade. Minha casa era simples, um pequeno sobrado alugado em um bairro afastado. O reboco ainda cru das paredes parecia refletir minhas próprias cicatrizes: inacabado, mas de pé. A cozinha tinha um balcão de fórmica gasto e um fogão herdado de segunda mão. Ainda assim, aquele espaço era meu refúgio — onde eu estudava à noite, preparando-me para concursos e provas, acreditando que meu esforço seria suficiente para me tirar da sombra em que minha família me mantinha. Meus pais moravam a poucos bairros dali, em uma casa ampla e clara que parecia nunca ter lugar para mim. Minha mãe, Dona Márcia, sempre me tratou como um fardo: dizia que eu era "pesada, dramática e inútil". Meu pai, Seu Antônio, alternava entre o silêncio covarde e a cumplicidade aberta com minha irmã.