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|| Série "ui, aproxima-se o exame de Filosofia" | #09 – O meu gato e o livre-arbítrio || Um vídeo sobre o problema do livre-arbítrio que inclui um gato chamado Rorty e, ainda, menções exageradas a figuras como Dillaz, Piruka, ProfJam e Dua Lipa. || "A Tua Filosofia": um projeto do "Comité do Canal" em parceria com a turma 11º A da Escola Secundária de Alcochete de 2019/2020 || || Segue-nos no Instagram: / atuafilosofia 00:00 - introdução 00:34 - conceito de ação 04:00 - o problema do livre-arbítrio 04:17 - apresentação das três teses 10:56 - determinismo radical 13:45 - objeção ao determinismo radical 14:51 - libertismo 17:26 - objeção ao libertismo 18:10 - compatibilismo / determinismo moderado 20:19 - objeção ao compatibilismo / determinismo moderado 22:09 - conclusão || UPDATE ! o canal foi à rádio ! | ligação para as duas emissões do programa "Bloco de Notas", da jornalista Maria Flor Pedroso, na Antena 1, que abordaram o problema do livre-arbítrio: https://www.rtp.pt/play/p7328/e535321... | https://www.rtp.pt/play/p7328/e535320... Será que somos livres nas nossas decisões ou somos meros escravos da causa e efeito (voz dramática)? Antes de mais, há que distinguir este problema do da liberdade política. Na primeira discussão – a que aqui teremos – estaremos a debater o livre-arbítrio, a existência ou não de uma liberdade mental de decisão; na segunda discussão o debate será acerca do limite entre poder do indivíduo e autoridade do Estado. DETERMINISMO RADICAL Olhemos para uma das formas argumentativas a que podemos reduzir o determinismo radical: P 1 - Uma ação ou é livre ou é determinada. P 2 - Todas as ações são determinadas. Nenhuma ação é livre. O primeiro que salta à nossa vista – coisa que o canguru gosta muito de fazer – é a primeira premissa, que torna o determinismo radical uma tese incompatibilista. Incompatibilista porque, para o determinismo radical, uma ação não pode ser simultaneamente livre e determinada. Mas como é que o determinismo radical justifica a segunda premissa? Porque é que todas as ações são determinadas? O determinismo radical, frequentemente, justifica esta perspetiva com um monismo fisicista: tudo o que existe no mundo é de natureza física; tudo o que é de natureza física está sujeito às leis da física (que assentam na causalidade, mesmo que ainda não as conheçamos todas); e tudo o que está sujeito às leis da física não pode ser livre. Portanto, o ser humano é inteiramente de natureza física, está sujeito às leis da física e não é livre. O ser humano não está acima da natureza através de uma suposta alma racional; pertence à natureza e não deixa de estar sujeito às leis da natureza. Uma das objeções ao determinismo radical é a da responsabilidade moral (explicada no vídeo). Outra é a do indeterminismo: ao longo do século XX e ainda atualmente, os físicos têm estado numa via de descobrir que, ao nível subatómico, as partículas não são analisáveis à luz do determinismo da física clássica; a atual física de partículas admite a aleatoriedade e oferece uma visão do mundo distinta do estrito determinismo da física clássica. LIBERTISMO Olhemos para uma das formas argumentativas a que podemos reduzir o libertismo: P 1 - Uma ação ou é livre ou é determinada. P 2 – Algumas ações não são determinadas. Algumas ações são livres. O primeiro que salta à nossa vista (lá esta o canguru outra vez) é que a primeira premissa é igual à do determinismo radical. Pois é: o libertismo é também uma tese incompatibilista pois partilha da conceção de que a noção de livre-arbítrio e a noção de determinação causal não são compatíveis. Contudo, o libertista vai afirmar que algumas ações são livres. Porque é que algumas ações, então, são livres? O libertismo é, frequentemente, e de modo mais assumido ou menos assumido, um dualismo: o mundo não é um, mas dois. No mundo físico, domina, é certo, a lei de causa e efeito. Mas no mundo inteligível, o mundo espiritiual, pode dominar a Razão. Assim, o ser humano é animalesco e sujeito à lei da causa e efeito; mas é também, por vezes, um ser autónomo e racional capaz de tomar decisões livres. A objeção que pode ser levantada é, precisamente, como é que o libertisimo justifica esta excecionalidade da deliberação humana. DETERMINISMO MODERADO Wow! Temos pouco espaço disponível! Vamos a isto. O determinismo moderado põe em causa a primeira premissa das teses incompatibilistas e afirma que embora todas as ações sejam determinadas, algumas são também livres. Para poder defender esta asserção, o determinismo moderado desloca o conceito de livre-arbítrio: uma ação livre não é uma ação liberta de causalidade, mas sim uma ação que corresponde ao desejo do agente. Ou seja, uma ação isenta de coerção. No vídeo é explicada uma objeção que o determinismo moderado enfrenta.