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segundo Capítulo disponível, link abaixo https://docs.google.com/forms/d/e/1FA... [Intro – voz suave, melancólica] Capítulo dois... Reconstruindo do zero Na areia da praia Entre latas e silêncio [Verso 1] Recomeçar não é bonito quando você tá vivendo Cheiro de suor, incerteza no vento Sem empresa, sem chão, orgulho ferido Mas uma decisão: eu não tô vencido Foi na praia que tudo começou Não foi sorte, nem investidor Só latinha perdida na areia E um pai com o filho olhando a maré cheia Camisa no corpo, crachá no peito Meta diária, tudo feito direito Enquanto outros faziam dois, três quilos no dia Nós olhava diferente… tinha estratégia na trilha [Verso 2] Não era força, era observação Filho de Oxóssi com visão Amassar a lata, prensar sem dó Uma dentro da outra… cabia muito mais no nó Onde cabia três nós botava sete Estratégia simples que ninguém repete Ele com um saco, eu com outro Dez quilos fácil num giro curto Meta era vinte, mas meta é partida Teve dia de cinquenta na mesma corrida Mão cortada, lombar queimando Mas algo dentro da gente não aceitava ir parando [Refrão] Na areia da praia eu aprendi Que cair não significa desistir Uma lata, um passo, um dia de cada vez Reconstruindo quem eu sempre quis ser Se o mundo vê só lixo no chão Eu vejo propósito e direção Porque dignidade ninguém tira de mim Mesmo quando o caminho parece o fim [Verso 3] Cinco semanas… meio tonelada Quinhentos quilos na caminhada Cada lata pegada com a própria mão Disciplina falando mais alto que a razão Quase cinco mil no primeiro mês Pra quem tava no zero já era vitória talvez Mas dinheiro bruto não paga emoção Netinho esperando do outro lado da conexão Todo dia a vitamina no copo Banana, aveia, pasta no topo Era peso no corpo e força na mente Reconstrução acontecendo lentamente [Verso 4 – parte da estratégia] Mas o segredo não tava na lata Tava na forma que a gente trata Eu vi que ninguém pegava no meio da multidão Esperavam a praia vazia pra fazer a ação Aí veio a visão que mudou o jogo Roupa limpa, postura, respeito no rosto “Boa tarde… posso pegar sua latinha?” De repente o mundo sorria na nossa linha “Por favor” “Obrigado” Eles mesmos colocavam no saco do lado Um homem perguntou qual era o segredo Eu só sorri… e disse: mistério Mas não era mistério Era energia Era postura Era estratégia todo dia [Lata do Bem – mini refrão] Nascia ali na areia também Um projeto chamado Lata do Bem Não era só reciclar o chão Era identidade… era missão [Verso 5 – separação] A última chamada de vídeo foi diferente Meu neto pequeno olhando pra gente Meu filho quieto… coração apertado No dia seguinte disse: vou pra São Paulo Pai nenhum impede filho de ir Eu pensei: ele vai… e vai voltar aqui Mas ele foi E não voltou A notícia chegou por outra voz E um silêncio caiu entre nós Depois das metas, camisas e plano A ausência pesou mais que o alumínio no pano [Ponte – profunda] Voltei pra praia sozinho andando O som das latas já não era o mesmo ecoando A vitamina virou copo único E o vento parecia mais frio e público Ali eu entendi uma verdade dura Amor não garante permanência futura Você pode caminhar ao lado de alguém Mas a escolha de ficar nunca é sua também [Refrão final] Na areia da praia eu aprendi Que cair não significa desistir Uma lata, um passo, um dia de cada vez Reconstruindo quem eu sempre quis ser Se o mundo vê só lixo no chão Eu vejo propósito e direção Porque dignidade ninguém tira de mim Mesmo quando o caminho parece o fim [Outro – narrado] Hoje eu sigo na Praia da Baleia O vento no rosto, o mar na veia Dez quilos por dia… às vezes vinte também O Lata do Bem continua O sonho continua E eu continuo caminhando Uma lata por vez Um passo na areia Reconstruindo… Do zero