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Vivemos numa sociedade mergulhada em doenças. A mesma que considera o “comum” como “normal” (“normose”) em detrimento dos processos naturais, que não preza pelo desenvolvimento pessoal, saudável e equilibrado. A massificação que ocorre no mundo, que exige comportamentos padronizados, também despersonaliza e adoece os indivíduos. A OMS destaca que cerca de 1 bilhão de pessoas sofre de transtorno mental e aponta para a epidemia silenciosa de depressão e uma crise global com alta prevalência de transtornos e problemas graves no tratamento e atenção ao tema (Fonte Google). A doença mental será a realidade das famílias. A jornada da autoconsciência começa pela compreensão do meio onde se vive e do próprio funcionamento neurológico. O cérebro é o “centro operacional” do complexo biológico (corpo) que chamamos de “Eu” (dimensão física, emocional e mental). É ele que viabiliza (ou não) todos os processos internos (neurofisiológico, impulsos nervosos, controle mental, regulação emocional, cognição, sono, imunidade, comportamentos conscientes/inconscientes etc). Este funcionamento é que permite o funcionamento do corpo e a consciência de se manifestar no mundo concreto com plenitude. Ressignificar o olhar sobre “viver”, “vida”, “experiências da consciência” é compreender que “vida” é muito além da projeção social e da aparência pessoal. Os textos sagrados indicam o corpo físico como o “templo sagrado da consciência”, sendo o próprio instrumento para as conexões e experiências da consciência (físico/metafísico). Um corpo e uma mente doente, disfuncional, desesperada, é causa primária do sofrimento humano e da inconsciência de si. O próprio desenvolvimento da autoconsciência se inicia pelo desenvolvimento físico (1ª infância, neurológico, físico, inconsciente, controle motor, fala, visão, audição, etc) e vai amadurecendo (cognição, interpretação, compreensão, socialização, conexões, emoções, experiências, memórias afetivas etc). As antigas tradições trabalhavam este desenvolvimento junto com a prática diária, na socialização, aprendizes dos ofícios, do sagrado, preparando o indivíduo para a idade adulta. O complexo da vida inteligente tem um processo gradual, natural, lógico, estruturado que é a própria jornada do amadurecimento consciencial. Quando conceitos distorcidos, vieses de crenças e dogmas são interpostos no meio deste processo natural, o cérebro desenvolve automaticamente redes neurais com hábitos e estilo de vida disruptivos (transtornos emocionais). A repetição do padrão se transforma, ao longo do tempo, na própria personalidade e identidade do indivíduo (transtornos emocionais, mentais, identitários). Por isto, são tão difíceis de se desprogramar, geram sofrimentos inenarráveis onde os sentimentos inferiores (raiva, mágoa, frustração, ódio, vingança, inveja, etc) encontram ressonância e permanência. Aprofundam os processos de normoses, onde é “normal” se sentir depressivo, “normal” viver relacionamentos tóxicos, abusos, codependentes, “normal” não cuidar da saúde física, viver de dietas, medicamentos e soluções mágicas, “normal” atribuir ao universo invisível a culpabilidade da própria inconsciência espiritual, ao “kharma”, à “vida”, “obsessores”, entidades negativas etc. A própria passividade dentro do sofrimento eterno. A saúde espiritual deriva da saúde física, emocional e mental. O funcionamento neurológico é o mecanismo biológico onde as experiências subjetivas e os estados alterados da consciência ocorrem. Tanto a saúde física quanto o meio ambiente influenciam a saúde espiritual porque interferem no campo psíquico. Compreender a dinâmica pessoal é ampliar a consciência sobre o exercício da espiritualidade e de todas as dimensões onde ela atua. É a própria vida espiritual na prática da vida cotidiana. Nossa convidada é Inês Balbo, Graduada em Gestão de Pessoas/Liderança, Pós Neurociência e Consciência.