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História de nossos soldados da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na guerra de 1942 a 1945. O General americano disse que os brasileiros não usariam o mesmo banheiro que eles. O pracinha fez algo que o fez pedir desculpas na frente de todos. Aquele ano, 1944, não era apenas um ponto no calendário; era a materialização de um esforço épico, um clamor vindo de um país tropical que atravessava o Atlântico para lutar em terras geladas e estrangeiras. A Força Expedicionária Brasileira (FEB) chegava à Itália, um contingente inicialmente visto com ceticismo pelos seus Aliados mais experientes. Os uniformes verde-oliva, ainda que novos, carregavam o peso da inexperiência em combate europeu, mas também a determinação forjada pela necessidade de provar o valor de uma nação que, pela primeira vez, enviava seus filhos para uma guerra em solo estrangeiro. A travessia dos navios estava impregnada do cheiro de diesel e maresia, e os jovens, muitos deles mal saídos da adolescência rural, olhavam para o horizonte com uma mistura palpável de medo e orgulho indomável. O desembarque em Nápoles foi um choque sensorial. Longe das praias ensolaradas do Rio de Janeiro, o ar italiano era pesado, saturado pelo odor da pólvora distante e pela miséria da guerra. A logística era um pesadelo e a integração com as forças americanas, o Quinto Exército, revelou-se um desafio imediato que transcendia táticas militares. Os soldados americanos, com sua vasta experiência e superioridade material, olhavam os brasileiros com uma condescendência que era sentida na ponta da baioneta. Havia uma hierarquia não dita, baseada não apenas em poderio bélico, mas infelizmente, também em preconceitos sociais e raciais que marcavam profundamente aquela época sombria, mesmo entre aqueles que lutavam pela liberdade. O quartel-general de apoio, montado apressadamente, era um microcosmo dessas tensões. As instalações eram divididas, com a lógica americana de segregação prevalecendo em muitas áreas, uma política que, embora chocante para os brasileiros, era a norma nos Estados Unidos e imposta no exterior. Os pracinhas, acostumados à miscigenação natural de sua terra, estranhavam o distanciamento físico e a frieza que separava brancos e negros, e, por extensão, parecia separar o "primeiro mundo" do Brasil. Essa separação sutilmente ditava onde cada um comia, onde dormia e, de forma vexatória, onde cumpria suas necessidades básicas. Essa não é uma história verídica.