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Nos primórdios da Igreja, o reconhecimento da santidade de um indivíduo era apanágio dos bispos. Geralmente, os mártires eram sempre reconhecidos, porém, quando a era das perseguições acabou, passou a ser necessário maior rigor para o reconhecimento de "confessores" como santos. Santo Agostinho relata que, no começo do século V, o processo funcionava da seguinte maneira: O bispo da diocese em que o suposto santo morrera instituía o processo canônico que aferiria a vida do falecido. Os autos do processo eram enviados ao metropolita (arcebispo), que examinava cuidadosamente a causa e, após consultar seus bispos sufragâneos, declarava se o falecido era digno de veneração pública. Assim foi durante toda a segunda metade do primeiro milênio. O primeiro que se tem notícia canonizado por um papa foi Santo Ulrico de Augsburgo, bispo alemão declarado santo pelo Papa João XV em 993. No século XII, o processo de canonização tornou-se privativo da Sé Apostólica, que doravante se tornou responsável por inquirir a vida do indivíduo e declará-lo santo. Isso não excluiu o reconhecimento da santidade dos que foram canonizados antes do século XII: todos foram incluídos no Martirológio Romano. Curiosidade: o último santo que não foi canonizado por um papa foi São Valter de Pontoise, declarado santo pelo arcebispo de Rouen em 1153.