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A fase prática da Instrução de Sobrevivência no Mar. O objetivo é proporcionar conhecimentos teóricos e práticos básicos relacionados às técnicas e procedimentos a serem adotados por um militar sobrevivente, após a ocorrência de um acidente no mar. A instrução teve como objetivo demonstrar os procedimentos a serem adotados — antes, durante e depois — frente à necessidade de abandono do navio, a situação mais crítica na vida a bordo. Após a identificação da estrutura e dos equipamentos componentes da BSV, os alunos receberam adestramento teórico e prático quanto às técnicas de fixação de colete salva-vidas; ações de lançamento e recuperação das balsas, bem como de embarque e desembarque; e recolhimento de náufragos. Torna-se necessário, portanto, que o pessoal embarcado saiba utilizar os equipamentos de salvatagem disponíveis para uma eventual faina de abandono e conheça os procedimentos básicos de busca e salvamento (Search And Rescue – SAR). Os coletes salva-vidas podem ser infláveis ou de flutuabilidade permanente (tradicionalmente conhecidos como coletes de paina). São normalmente dotados dos seguintes acessórios: apito, lanterna, ampola de CO2 (colete inflável), bateria, alça de pick-up (colete inflável), faixas adesivas refletoras, linha de agregação (colete inflável – utilizado para manter os náufragos reunidos) e pó marcador (colete inflável). Os coletes salva-vidas de flutuabilidade permanente devem ser utilizados por todo o pessoal que guarnece postos em conveses abertos, quando no mar. Esses coletes oferecem proteção contra estilhaços e proporcionam flutuação instantânea ao homem que cair na água. A atividade tem início com o transporte em botes até as balsas de sobrevivência, localizadas a cerca de 800m da praia. Nessas balsas, os alunos devem permanecer por 48 horas. Eles recebem rações operacionais para sobrevivência no mar, composta por água, jujuba e chicletes. Além disso, também são entregues itens que compõem os kits de sobrevivência, tais como sinalizadores, lanterna, rádio, material para manutenção da balsa e dessalinizador. No mar, a regra é que, para trabalhar embarcado, é preciso passar por um treinamento que começa em terra. Depois do aprendizado, é hora de cair na água. O mesmo pode ser feito com uma camiseta, uma blusa, com o que a pessoa tiver vestido no momento. A primeira orientação, quando alguém cai no mar, é manter os joelhos flexionados, na posição fetal, para se aquecer. A temperatura corporal pode abaixar muito, e a pessoa pode entrar em hipotermia. E é uma das coisas que pode levar à morte numa situação de sobrevivência no mar. Outra técnica para esquentar é o aquecimento em grupo: Cada náufrago transmite uma sensação de calor para o outro, e assim a gente consegue um aquecimento generalizado do grupo, porque a água realmente está gelada. Em seguida, o problema é alcançar a balsa. E o grupo realiza, então, o nado coletivo. Em uma situação de sobrevivência no mar, o deslocamento em grupo é mais eficiente. Então, para eles chegarem até a balsa, eles têm que fazer essa chegada em grupo. A ração sólida e líquida tem duração de seis dias, no meio do kit sobrevivência encontramos bala de goma e chiclete: a bala é amido, que se transforma em glicose após a digestão, e isso nos fornece energia para esse período de sobrevivência. O chiclete é para nos dar aquela sensação de saciedade, porque mastigando chiclete você saliva, e isso nos deixa com a sensação de que já bebemos água. Encontramos também sachês de água potável, em pequena quantidade, 50 ml, para as pessoas se saciarem com pouca quantidade. Primeiro, você vai molhar a boca para dar uma sensação de saciedade e depois vai ingerir. Na parte externa da balsa, tem calhas que concentram a água que cai na parte superior da balsa, água da chuva, e a gente pode coletar por meio da mangueira. Mas e se acabar a comida e a bebida? “A gente já falou do recolhimento da água da chuva, que vai nos fornecer água, e a gente tem um kit pesca. Como gente está no mar, o natural é que a gente tente pegar algum peixe”, declara o instrutor. Para ajudar na localização da balsa e no resgate, é importante nos mantermos o mais próximo possível do local do naufrágio. Para isso existem âncoras. A última posição conhecida da embarcação é onde o pessoal vai concentrar as buscas. Se a gente derivar muito dessa posição, as chances de se encontrado são muito menores. O grupo pode tentar se esquentar remando, mas é a esponja que faz a diferença para diminuir o frio. “É importante que a gente mantenha o ambiente seco para evitar ulcerações, devido à umidade.” O treinamento de sobrevivência no mar contemplou aulas práticas de flutuação, natação utilitária, abordagem e embarque em balsa salva-vidas, salto de plataforma e simulador de escape de aeronaves (UTEPAS). Durante a sobrevivência, os alunos puderam colocar em prática os ensinamentos obtidos. https://www.marinha.mil.br/salvamarbrasil/ https://www.facebook.com/GrupoDeBuscaESalv...