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As partículas ultrafinas (PUF) emitidas pelos aviões estão a colocar 52 milhões de europeus em risco de graves problemas de saúde. Os decisores políticos europeus e o sector da aviação devem parar de ignorar o impacto negativo que a indústria tem na saúde humana e agir agora para melhorar a poluição nas imediações dos aeroportos. Um novo estudo "T&E - Transport & Environment", parceira da Associação ZERO, mostra que milhares de casos de hipertensão, diabetes e demência em toda a Europa podem estar ligados às pequenas partículas emitidas pelos aviões. As PUF são quase 1.000 vezes menores que um fio de cabelo humano e foram encontradas no sangue, no cérebro e até na placenta. Mais de 10% dos europeus vivem a 20 km dos 32 aeroportos mais movimentados, enquanto aqueles que vivem mais perto estão particularmente expostos a partículas ultrafinas provenientes dos aviões. No caso de Lisboa, estima-se que as partículas ultrafinas decorrentes da atividade do aeroporto de Lisboa possam estar na origem de 15.473 casos de hipertensão, 18.615 casos de diabetes e 1.837 casos de demência entre a população da cidade e arredores, ou seja, no total cerca de 36 mil casos de doença; isto é, até 9% da população num raio de 5 km com doença atribuível ao aeroporto.