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🎵 TÍTULO: NÃO ERA VIDA, ERA HÁBITO 🎵 [Verso 1] A gente se acostuma com o pouco Como quem mora num quarto sem janela E aprende a chamar de paisagem A parede fria diante dela Se acostuma com pratos lascados Com o sofá afundado no mesmo lugar Com promessas guardadas na gaveta Esperando a coragem chegar Se acostuma com o quase Com o “amanhã eu começo” outra vez Com sonhos dobrados no bolso Amassados pelo talvez Eu me acostumei com migalhas Sentado à mesa do medo Chamando de zona de conforto O que era só prisão em segredo [Pré-Refrão] Mas existe um dia em que a alma acorda E percebe que estava vivendo pela borda [Refrão] Quando eu conheci o melhor da vida Não consegui mais fingir que era normal Depois que vi o céu aberto Não me contento com teto baixo e final Quem já provou água da fonte Não bebe mais da poça no chão Quem sente o vento da liberdade Não aceita viver na própria prisão [Verso 2] A gente se acostuma com atrasos Com desculpas bem ensaiadas Com a procrastinação elegante E metas sempre adiadas Se acostuma com fé automática Com palavras que não têm raiz Com o coração morno demais Sorrindo, mas infeliz É como árvore em vaso pequeno Que acha que aquilo é chão Sem saber que nasceu pra floresta E não pra limitação [Ponte – Reflexão Crescente] Não era paz, era silêncio Não era descanso, era medo Não era prudência, era fuga Não era espera, era enredo Até que o Senhor me mostrou Que viver não é só respirar É sair da zona do “sempre foi assim” E ter coragem de recomeçar [Refrão Final – Mais Intenso] Eu não me acostumo mais com pouco Não negocio o que o céu me prometeu Depois que vi a luz da verdade Não volto pra sombra que me prendeu Se antes eu sobrevivia calado Hoje eu escolho viver com paixão Porque quem encontra o melhor de Deus Nunca mais aceita viver pela metade do coração.**