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Nesta live exploramos uma ideia simples e profunda: a consciência não enxerga o mundo inteiro — ela recorta a realidade a partir do metabolismo onde já nos percebemos sendo. Cada palavra, crença ou certeza ativa redes vivas: memórias semânticas (Utupe), memórias episódicas (Pei Utupe) e estados corporais pré-ativados. É assim que surgem nossos avatares internos — modos de ser que facilitam agir, decidir e performar. A partir do conceito ameríndio de Yãy hã Miy (origem Maxakali), investigamos como imitamos para transcender: hábitos, fé, alta performance e até ideologias são ferramentas para fazer algo. Mas quando cristalizam, passam a moldar o próprio perceber ser. Isso explica por que a consciência tem viés estrutural. Ela acelera a ação, mas pode reduzir atualização — diminuindo surpresa (P300), ressignificação (N400) e reorganização (P600). Em Zona 1, isso vira eficiência. Em Zona 3, pode virar rigidez. Só na Zona 2, com fruição e metacognição, conseguimos observar nossas próprias imitações sem sermos sequestrados por elas. Não para abandonar os avatares, mas para flexibilizar o viés e voltar a perceber o mundo em movimento — uma realidade que continua se desdobrando além das lentes da consciência. Uma conversa sobre neurociência, pertencimento e lucidez prática: como reconhecer os recortes da mente, habitar o corpo-território (APUS) e recuperar o senso crítico sem confronto — apenas ampliando presença.