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ARQUITETOS DO ABISMO (Ish Hagun) A inveja é um esgoto aberto no peito, Um duto clandestino de fel e rejeito, Habitat úmido de seres rastejantes, Que à luz do sucesso tornam-se ofegantes. Deletérios no verbo, na intenção corrosiva, Carregam no olhar a sentença cativa, Em efusiva decomposição moral, São carcaças que andam em cortejo banal. Ruminam a inveja diuturnamente, Como vermes famintos na própria mente, Fazem da alma uma latrina polida, Onde o ódio é regra, a mágoa é comida. O que há de melhor no cérebro delas Apodrece em valas internas e paralelas, Transformam talento alheio em ofensa pessoal, E a própria frustração em decreto universal. Não suportam o brilho que não podem ter, Nem o voo de quem ousa crescer, Cada conquista é um espelho cruel Que revela o vazio por trás do papel. Inveja é lama que sobe pela mão, É lodo movediço no próprio chão, Quanto mais atacam, mais vão afundar, No breu que escolheram habitar. Regurgitam impropérios ao vento, Mas ecoa de volta o próprio tormento, Prisioneiros do fel que cultivaram, Do abismo que eles mesmos cavaram. São cambaleantes na própria narrativa, Escrevem derrota como se fosse ofensiva, Confundem grandeza com afronta direta, E a vitória do outro com punhal na reta. Confinados em existências movediças, Chamam virtudes de falhas postiças, E no teatro sombrio da comparação Perdem-se no eco da própria negação. A inveja não é fome de crescer, É recusa covarde de florescer, É o grito mudo de quem se perdeu Na sombra do que nunca construiu. É o permanente regurgitar de rancor, Travestido de crítica, disfarçado de furor, Mas todo veneno que insistem lançar É o mesmo que os faz apodrecer por dentro, sem parar. Inveja é esgoto a céu aberto na alma, É guerra interna que nunca se acalma, Quanto mais tentam o outro diminuir, Mais revelam o próprio ruir. São vermes da própria criação, Arquitetos da autodestruição, No lodo que escolheram morar Vão, lentamente, se eternizar. No fim, resta o silêncio da decomposição, Um eco vazio na própria escuridão, Porque quem vive a odiar o que não é seu Nunca descobre o que realmente perdeu.