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Luiz Felipe da Silva Moura foi condenado a 43 anos e 6 meses de prisão pelo feminicídio e pela ocultação de cadáver da ex-namorada Mariana da Costa Nascimento, após julgamento realizado nesta terça-feira, 10, no Fórum Criminal de Taubaté. A decisão foi tomada por um conselho de sete jurados — quatro homens e três mulheres — após cerca de seis horas de julgamento. A pena foi fixada em 42 anos e 6 meses pelo crime de feminicídio e 1 ano pela ocultação do corpo. Mariana havia desaparecido em junho de 2025 e foi encontrada enterrada em uma área rural da cidade após investigações da Polícia Civil. Durante o júri, a defesa do acusado afirmou que ele não cometeu o feminicídio e assumiu apenas a ocultação do cadáver. Segundo os advogados, Luiz Felipe teria encontrado Mariana já morta e decidiu enterrar o corpo por medo de ser responsabilizado pelo crime. Entre as teses apresentadas pela defesa, também foi levantada a hipótese de que uma terceira pessoa poderia ter cometido o crime. Durante a sustentação, o advogado afirmou que alguém poderia ter tentado estuprar a vítima e, diante de uma reação, teria provocado a morte. Ao explicar essa possibilidade, declarou que “nem todas as mulheres aceitam ser estupradas”. Outra versão apresentada pela defesa foi a de que o acusado teria encontrado Mariana enforcada em uma árvore. Segundo essa narrativa, ele teria desamarrado o corpo e tentado verificar se ainda havia sinais de vida. A defesa afirmou ainda que o acusado teria mordido o mamilo da vítima para tentar provocar alguma reação, por considerar que seria uma região sensível do corpo. Durante a investigação, foi constatado que Mariana teve parte de um dos seios mutilado. Apesar das teses apresentadas pelos advogados, os jurados decidiram pela condenação de Luiz Felipe pelo feminicídio e pela ocultação de cadáver. A sentença foi anunciada pelo juiz de direito Flávio de Oliveira César, que presidiu o julgamento. Após o fim do júri, houve tensão na saída do Fórum Criminal. Familiares e amigos da vítima acusaram a defesa de ter feito declarações ofensivas à memória de Mariana e à família. Policiais militares formaram um cordão de isolamento para proteger o carro dos advogados, mas algumas pessoas conseguiram atingir o veículo durante a confusão. Mais detalhes sobre o julgamento e as teses apresentadas no júri você confere no site t7news.com.br.