У нас вы можете посмотреть бесплатно A saga pra viver, uma canção sobre saudade - Rhudá [Live, Livre-Session] или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
Tem músicas que nascem como quem respira... Eu não quero mais ser nada que o ego projete, eu não sou de me render, eu sumi, continuo aqui, mas sem estrelismo e egolatria, isso aqui é o que sou, o simples, o terno e o complexo. O poeta invisível e mergulhado, felino, guepardo, phantera, onça, fera da invisibilidade que me encaixam, nesse lugar de não ser encaixado e que por ser, se esconde na fumaça quando quer. Eu sumi de tudo, quero ficar quieto, genial, inquieto. Eu demorei anos para entender como o jogo funciona nesse cenário, nessa pouca alma, nessa pouca prosa e era de desespero por atenção em peito-deserto. ARTISTAS SÃO PESSOAS SUBVERSIVAS? Não sei dizer ao todo, mas em um mundo que carece de atenção e grita por pedir toda hora o vício da aprovação eu me mantenho fugido, calado e apareço quando quero. Nem número eu tenho mais, tudo é o que é, meu velho. Tem músicas que ainda falam comigo como se eu tivesse escrito hoje... E outras que são escritas como quem tenta não esquecer. Essa aqui veio como uma carta daquelas que não precisam de endereço, mas sabem exatamente pra onde ir. Foi feita em silêncio, entre idas e voltas do sentir, como quem ainda guarda um pássaro no peito, mas não o mesmo pássaro, agora um pássaro que avoa pelo dosar amor, o que sabe e não se acanha em saber que a vida é volátil, muda de direção como vento inquieto... coisas acabam, caminhos se desfazem. Mas tem sentimentos que não obedecem ao tempo. Eles ficam. Eles ecoam. E talvez a poesia exista justamente pra isso: pra congelar o que foi vivido, como uma fotografia invisível, daquelas que não desbotam, só amadurecem. Fiz essa canção, uma obra prima invisível da música popular brasileira e Parahybana, loucamente falando na modéstia da minha lua em Leão, mas de coração canceriano-inseguro-cancerniño humilde... Também sou gente. É: Se em algum momento você já tentou transformar saudade em palavras... talvez essa música te encontre. LETRA: "Mar de fogo, Deus do amor Meninos são de Marte Meninas são de Vênus Mas eu não Não por hoje Nem ademão Não me reconheço nas formas do objeto Nas formas dessa tua dada mão Você diz que me quer bem longe dos demais É um sábio banimento perfeito Memória que me leva, lava e trai Saudade é derradeiro Maquiavélico desejo Cada ultraje, uma pedrada no peito Lembrança que me aquece e sai E quando eu crescer Desejo ser um homem bom Não mais daquele sujeito Que não soube o que fazer do amor E vou trilhar a paz de novo Entre os seus braços Carinhos e embaraços tais Pra migrar a mais Da pele ao espinhaço Me fazer presentemente audaz... Você ferve, sem pudor Adultos são de encarte Crianças marcham o tempo Mas eu não Não por hoje E não: é não Complexo Mise en Scène lento Aperreio no meu coração Queime minhas cartas, poemas e mais Toque a trombeta-vida E esqueça que já fui teu chão De dormir e de sonhar Mesmo sendo eleito Nas falhas de mim: Uma contravenção E quando eu crescer Desejo ser um homem bom Não mais aquele sujeito Que não soube o que fazer do amor E vou trilhar a paz de novo Entre os seus braços Carinhos e embaraços tais Pra migrar a mais Da pele ao espinhaço Me fazer presentemente audaz Pra viver..." Música e letra composta por Rhudá em meados de dois mil e vinte e dois disponível na íntegra completa em formato Live-Session ou Livre-Session. Parahyba, 17.03.26 Com amor, Rhudá.