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Curta o vídeo e siga o canal — começo com um comentário criativo: o óbvio, às vezes, só ganha peso quando é visto de outro ângulo, e é justamente nesse giro que o tema de Neymar volta a aparecer com ares de inevitável tensão. Ancelotti não chamou Neymar para a última data Fifa antes do fechamento da lista de 55 nomes que poderão ser inscritos para o Mundial, em 11 de maio. Era o óbvio que muitos já lembravam, já que o atleta não atua pela seleção desde outubro de 2023 e mal vem ajudando o Santos. Ainda assim, o burburinho em torno do nome dele levou o próprio treinador italiano a brincar na convocação: “Curiosos, hein?”. Quando questionado sobre as ausências por lesões, ele citou Militão, Bruno Guimarães, Estêvão e Rodrygo, reforçando a linha de que se busca jogadores que estejam 100% fisicamente aptos e, acima de tudo, com o caráter necessário para o grupo. Novamente, o que parecia óbvio. O debate sobre “Neymar vai ou não à Copa do Mundo” é, para muitos, quase surreal. Neymar não é Romário, Ronaldo ou Pelé, e não conquistou um Mundial, algo que o manteria com direito automático à vaga na seleção. Aliás, nem Romário, Ronaldo nem Pelé desfrutaram desse privilégio. Neymar é, sim, o maior artilheiro da Amarelinha, porém sem taças relevantes — o único título importante da sua carreira é a medalha de ouro na Rio 2016. Sua geração ficou marcada pelo 7 a 1 em casa e por duas quartas-de-final melancólicas, perdidas para Bélgica e Croácia. O que, portanto, dignifica essa discussão? Por que esse cenário persiste como a maior dúvida, diante do contexto? Alguns motivos aparecem, mas o principal é a carência. Se Vinícius Júnior ou outro jogador tivesse conduzido uma seleção vitoriosa nos últimos anos, talvez Neymar já tivesse passado a ser lembrança. Se não restasse a sensação de que precisamos dele, talvez ele estivesse no passado, junto com seu estilo de jogo. Mas o desespero é evidente: a distância para um título mundial continua a mesma desde 1994 até 2002 — 24 anos sem o troféu no peito. Uma geração de adultos, com a idade de Neymar, que não testemunhou um capitão brasileiro erguendo a Copa. É bem provável que esse hiato se estenda até 2030. Se a competição for nos Estados Unidos, dificilmente chegaremos como favoritos, com ou sem Neymar. Se aceitarmos esse cenário, talvez o peso doa um pouco menos. Veja também: deixe seu comentário. O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. Encerramos por aqui; curta, comente e ative as notificações para não perder a próxima convocação.