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Após três meses de investigações desenvolvidas, a Coordenação de Repressão às Drogas (Cord/PCDF) desencadeou a denominada “Operação Comando”, a qual resultou na apreensão de: 756 kg (setecentos e cinquenta e seis quilogramas) de “maconha”; munição, carregadores de pistola e cinco armas de fogo, sendo uma de uso restrito; uma motocicleta; seis automóveis (sendo dois, produto de roubos, clonados); balanças digitais; dois rádios transceptores de uso ilegal; e documentos, aparentemente, falsificados, entre outros objetos. A ação contou com o apoio da Divisão de Operações Especiais (DOE) e Divisão de Operações Aéreas (DOA). Os presos responderão por tráfico interestadual de drogas, organização criminosa, adulteração de sinal identificador de veículo, crime contra as telecomunicações, uso de documento falso, receptação e posse ilegal de armas de fogo. A ação criminosa se desenvolvia desde o Estado do Mato-Grosso do Sul até o Distrito Federal, passando pela cidade de Luziânia/GO, onde a droga era armazenada em casas alugadas e de onde era distribuída, sobretudo para a Ceilândia/DF. Em uma das casas havia um circuito fechado de televisão (CFTV), para o monitoramento da movimentação externa. Os criminosos se utilizaram de uma caminhonete (VW/Amarok), roubada em Goiânia/GO, para transportarem a droga desde Ponta Porã/MS, fazendo uso de estradas vicinais e de rádios transceptores (para comunicação entre o veículo batedor e o transportador), assim acreditando que conseguiriam se esquivar da ação policial. Também se utilizavam de um carro de passeio clonado (VW/Golf) para circularem no Distrito Federal e na região do entorno. A organização criminosa era liderada por JONATHAN WILKER, vulgo “MINEIRO”, o qual adquiria a droga na região fronteiriça entre o Brasil e o Paraguai por meio de WARLEY FRANCISCO, vulgo “PLAY”, sendo que estes contavam com JOSÉ AUGUSTO NUNES DAMASCENO, vulgo “NEGÃO” e CARLOS EDUARDO, vulgo “GAÚCHO”, os quais para realizavam o transporte da droga, as quais, afinal, eram revendidas para os traficantes locais SIDNEY PEREIRA, vulgo “CANELA”, radicado em Luziânia/GO, e FERNANDO, vulgo “JAPÃO”, radicado no Setor “P Sul” da Ceilândia, os quais revendiam as drogas para outros traficantes varejistas ou diretamente para usuários.