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O cheiro de café ainda pairava na cozinha quando ouvi a chave girando na fechadura da porta dos fundos. Eram apenas sete e quinze da manhã. Congelei na cadeira da mesa de jantar, a xícara ainda quente entre as mãos. Thiago tinha sua própria chave há anos, desde que Carlos faleceu, mas ele nunca aparecia tão cedo. Nunca aparecia sem avisar. Antes de continuarmos, me conta aí de onde você está nos assistindo, e se essa história te tocou de alguma forma, não esquece de se inscrever no canal, porque amanhã eu guardei algo extra especial pra vocês! Fingi estar dormindo, deslizando silenciosamente para o corredor que levava aos quartos. Pela fresta da porta do meu quarto, observei meu filho de trinta e dois anos entrar na minha cozinha com uma naturalidade que me gelou o sangue. Ele não me chamou. Não gritou "mãe, é o Thiago" como sempre fazia. Em vez disso, foi direto para o armário onde eu guardava as joias da vovó Conceição. Meu coração disparou quando vi Bruna aparecer logo atrás dele, carregando uma sacola de pano grande. Minha nora sempre foi educada comigo, mas havia algo diferente nela naquela manhã. Seus movimentos eram rápidos, furtivos. Ela foi direto para a estante da sala onde eu mantinha as louças antigas que herdei da minha mãe. Durante vinte minutos, os observei em silêncio, catalogando cada movimento, cada objeto que eles tocavam, examinavam e às vezes colocavam dentro da sacola. Não eram ladrões comuns. Conheciam cada canto da minha casa. Sabiam exatamente onde procurar. Quando finalmente saíram, esperei mais quinze minutos antes de sair do quarto. Minha casa parecia a mesma, mas eu sabia que não estava. Pequenos sinais de que alguém havia mexido nas minhas coisas. O pote de açúcar ligeiramente deslocado. A gaveta da cômoda não completamente fechada. O porta-retratos da minha formatura virado em um ângulo diferente. Foi então que tomei a decisão que mudaria tudo. Meu nome é Letícia Mendonça, tenho cinquenta e oito anos e sou professora aposentada aqui em Ribeirão Preto. Morei a vida inteira nesta mesma casa no bairro Jardim Botânico, uma construção modesta mas sólida que meu pai construiu com as próprias mãos nos anos setenta.