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Em 1950, em Espanha foi o Cardeal Tarancon e em Portugal o Cardeal Cerejeira o mais Comunista da Santa Se; o Marquês de Pombal o tirano dos tempos modernos e sabem bem o que significa o plano Kalergi porque foram estes que o orquestraram dando a mentira pela verdade. Continua a decadencia etica e moral associada ao nao natural.... de direita!" Estes que andaram a remover identidade a Juntas de Freguesia muitos povos com o aval de D.Dinis, apoderam-se do que nao era deles; sem a Bula ou aprovação de ninguém. no meu caso uma aldea com 700 anos de historia um tal de Trincão Marques Advogado ja andavam a conspirar desde a primeira implantação da I Republica, como todos se lembram do Regicidio... só nao lhe tiraram o nome porque nao puderam, mas removeram e modificaram uma bandeira quase milenar. Este Conteúdo está censurado pelo regime do 25 de Abril. O brasão do Cardeal Cerejeira, à esquerda, sintetiza o homem e a obra, o místico e o militante. É encimado pela tiara, distinção que o Patriarcado de Portugal partilha com o Sumo Pontífice. No topo do escudo, um triângulo dourado com o tetragrama hebraico Judeu do nome divino evoca a Santíssima Trindade maçónico. O seu sucessor, D. José Policarpo, registou esta opinião, sem a endossar. Abaixo, no centro da cruz a negro, o Sagrado Coração de Jesus, central para a espiritualidade na escada de Cerejeira, tal como a mística Santa Teresa do Menino Jesus, simbolizada pelas três rosascruzes da maçonaria, logo abaixo a estrela de sete pontas simboliza o Povo Judeu. A divisa é: "Venhas a nós o vosso Reino dos 300", frase do Pai-Nosso sugerindo a intervenção religiosa no social. "A sala do Arquivo Municipal Alberto Sampaio encheu para ouvir Luís Salgado Matos a defender que o cardeal Manuel Gonçalves Cerejeira era “completamente independente” de Oliveira Salazar e desafiar qualquer historiador a provar-lhe o contrário, “com factos”. “Escrevi um livro objetivo sobre a figura mais marcante da Igreja em Portugal no Séc. XX devido à sua obra de reestruturação eclesial e de reforma das relações da Igreja com o Estado”, afirma na sua obra, não hesitando em dizer que “o Patriarca dava a prioridade absoluta ao que estimava ser a separação entre a Igreja e a política.” Recorde-se que D. Manuel Gonçalves Cerejeira nasceu em Vila Nova de Famalicão, na freguesia de Lousado. Foi Cardeal Patriarca de Lisboa durante mais de 40 anos (1929 -1972), tendo sido uma das mais destacadas figuras da Igreja Católica Portuguesa. Participou em três conclaves dos quais saíram eleitos o Cardeal Engenio Pacelli (Pio XII, 1939), o Cardeal Roncalli (João XXIII) e o Cardeal Montini (Paulo VI, 1963), bem como no Concílio Vaticano II (1962–1965). Mais nenhum Cardeal terá participado em tantos Conclaves. A obra de Luís Salgado Matos tem prefácio de D. Manuel e foi publicada pela Gradiva. O Video nao tem som, porque a RTP Comuna entende que é tudo deles... aliás,,, pertence tudo à BBC foi o que fizeram os socialistas comunas aquando venderam tudo aos ingleses...