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Uma pesquisa conduzida pela Universidade Federal do Rio de Janeiro está ganhando repercussão internacional ao investigar o uso da polilaminina em casos de lesão medular completa. O estudo, iniciado ainda em 1998 e agora com resultados apresentados em 2026, propõe uma mudança de paradigma na medicina regenerativa: antes de pensar apenas na reconexão dos nervos, é preciso restaurar a microcirculação sanguínea no local da lesão. Segundo o angiologista e cirurgião vascular Wesley Lemos, a substância imita a laminina, proteína já existente no organismo e fundamental para a regeneração de vasos sanguíneos, criando um ambiente favorável para que os nervos voltem a conduzir estímulos e possibilitem a recuperação dos movimentos. De acordo com os pesquisadores, o tratamento tem apresentado respostas mais rápidas quando aplicado até 72 horas após o trauma, embora casos fora desse período também estejam sendo observados com resultados animadores. Ainda em fase experimental, a técnica pode abrir caminhos não apenas para pacientes paraplégicos e tetraplégicos, mas também para o tratamento de feridas crônicas, úlceras venosas e complicações vasculares, como no pé diabético. A expectativa é que a polilaminina represente um avanço significativo na medicina brasileira, fortalecendo a abordagem regenerativa e ampliando as perspectivas de qualidade de vida para milhares de pacientes.