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Em uma pequena fazenda nas terras ensolaradas do interior, vivia um fazendeiro chamado Senhor Alberto. Ele era um homem de bom coração, conhecido por sua generosidade e por sempre ajudar os necessitados. A fazenda, cheia de plantações e animais, era o orgulho de sua vida. Seu único tesouro, porém, era sua filha, Clara, uma jovem inteligente e cheia de sonhos. Clara cresceu cercada de amor, mas tinha um desejo cada vez maior de fugir da vida simples do campo. Com os olhos brilhantes, ela sonhava em conhecer o mundo além das colinas verdes e dos campos de milho. Em suas horas vagas, ela passava o tempo lendo livros e sonhando com aventuras. No entanto, a realidade era dura, e seu pai esperava que ela tomasse mais responsabilidade na fazenda. A fazenda contava com trabalhadores dedicados, entre eles o bom homem chamado João. Ele era um crente fervoroso, sempre disposto a ajudar. João acreditava que o trabalho duro e a honestidade eram a chave para uma vida plena. Ele era respeitado por todos e tinha um coração bondoso, além de ser amigo de Clara. Um dia, ao perceber que seu pai ia viajar por alguns dias, Clara viu uma oportunidade. O fazendeiro havia guardado uma quantia significativa de dinheiro em um cofre, destinado a melhorias na fazenda. Clara, em um impulso de ambição, pensou em pegar o dinheiro para viver a vida que sempre desejou. Ela sonhou em usar a fortuna para explorar o mundo, viajar para cidades grandes e comprar roupas elegantes. Naquela noite, enquanto todos estavam dormindo, Clara se esgueirou silenciosamente até o escritório do pai. Com as mãos tremendo de excitação e medo, ela conseguiu abrir o cofre e pegar uma boa quantia de dinheiro. Porém, seu plano não saiu como ela imaginava. Ao perceber que havia pegado mais do que deveria, o pânico começou a se instalar em seu coração. Ao acordar na manhã seguinte, Clara sabia que o dinheiro tinha desaparecido. Ela começou a entrar em pânico, pensando em como poderia se livrar da culpa. O que ela nunca imaginou era que, ao mesmo tempo, João teria um encontro inesperado. João havia saído para buscar algumas ferramentas de trabalho quando encontrou Clara. Ele notou que ela parecia nervosa e inquieta. "Está tudo bem, Clara?", perguntou ele, preocupado. Ela, então, decidiu enganá-lo. "Sim, tudo está ótimo. Um pássaro bateu na janela e me assustou", mentiu, sem conseguir olhar nos olhos dele. Clara sabia que João sempre falava sobre justiça e honestidade, e uma ideia maligna tomou conta de sua mente: e se ela culpasse João pelo roubo? Afinal, ele era um homem simples que não tinha muito para perder, e Clara imaginou que as acusações dele não seriam levadas a sério. Quando o pai de Clara voltou e descobriu que o dinheiro havia sumido, ele ficou devastado. Clara, com um olhar de tristeza, colocou a culpa em João. “Ele esteve aqui a noite passada e eu o vi perto do cofre! Eu tenho certeza de que foi ele quem roubou!”, ela acusou, a voz tremendo. O Senhor Alberto, chocado, não queria acreditar que alguém tão honesto como João pudesse fazer isso, mas a descrição de Clara fez ele hesitar. João, sem entender o que estava acontecendo, defendeu-se com coragem. Ele disse a Alberto, “Senhor, eu nunca faria algo assim! Eu amo esta fazenda e respeito a sua família. É um erro! Você precisa acreditar em mim!” Mas Clara, agora envolta em seu próprio plano, continuou a tecer a teia de mentiras. Naquele momento, uma sombra pairava sobre a fazenda. Enquanto os trabalhadores sussurravam e trocavam olhares de preocupação, Clara lutava contra a culpa que começava a lhe consumir, mas a dúvida e o medo a impediam de voltar atrás. Os dias passaram e o clima na fazenda ficou tenso. João foi afastado, e muitos acreditavam nas palavras de Clara. Ela via seu pai triste e preocupado, mas se convencia de que precisava manter a máscara. No entanto, ela não sabia que a verdade estava a caminho. Uma noite, enquanto analisava as contas da fazenda, o Senhor Alberto encontrou uma falha nos registros. Ele percebeu que havia movimentações estranhas de dinheiro. Era verdade, Clara tinha sido responsável por mais do que apenas mentir; ela tinha desviado mais recursos da fazenda. Quando ele confrontou Clara, caiu a máscara. A verdade estava evidente. Com lágrimas nos olhos, Clara confessou tudo. Ela não apenas roubou o dinheiro, mas usou seu amigo inocente como bode expiatório. Alberto ficou devastado, não tanto pelo dinheiro, mas pela traição da filha que ele tanto amava. A partir desse dia, Clara teve que aprender a verdade sobre suas ações. O perdão foi difícil, mas tanto ela quanto seu pai, com o tempo, começaram a reconstruir sua relação. João, apesar de ter sido injustamente acusado, teve a generosidade de perdoá-la, lembrando-lhe sobre a importância da sinceridade. Clara aprendeu, então, que mesmo em momentos de desespero, a honestidade e a verdade são mais valiosas do que qualquer fortuna.