У нас вы можете посмотреть бесплатно A talha e o terço (Antônio Caminha/Marcello Caminha) | Maria Alice - 40º Ponche Verde или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
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🏆 Música Vencedora do 40º Ponche Verde da Canção Gaúcha 🏆 Melhor Intérprete 🏆 Melhor Letra Obrigada, Ponche Verde, por mais um momento inesquecível de muita emoção com esse time no palco! Gracias, Dom Pedrito, pelo carinho com que recebe a nossa família e vibram com as nossas conquistas. É uma honra entrar pra história dos 40 anos desse belíssimo festival! 💚 No palco: Marcello Caminha - Violão solo Antônio Caminha - Violão Zulmar Benitez - Guitarron Diego Caminha - Contrabaixo eletroacústico Salim Dias - Percussão ________________________________________________________________________ A TALHA E O TERÇO Letra: Antônio Caminha Música: Marcello Caminha Percorrem por entre os dedos Com toda calma e tenência... Irmãos, na soma dos anos, Talhados da mesma essência. De um lado, a talha de couro... Simplória, sem muito luxo; Do outro, o terço de fé Das orações do gaúcho. A talha, velho instrumento Para a contagem do gado... Da vida muito mais simples – Cada vez mais no passado –! E o terço das horas mansas, Momentos de solidão… Aonde o céu – de tão longe – Está ao alcance da mão. Do mais singelo idioma Para o chamado das vezes Que o punho ergue morada Somando rezas ou reses; No fim, são marcas antigas De um tempo que já não é: Pelas estâncias que findam, E os homens perdendo a fé...! Nascidos para o auxílio Das contas que a vida tem; Transcendem a semelhança, Quando, a lo largo, também, Partilham mesmo destino De se manter, tempo afora, Morando pelas gavetas... E nas lembranças de outrora...! A talha, terço campeiro, O terço, a talha bendita… Um, vê seu lar diminuindo, O outro, a mão que o evita. Mas ambos levam o sonho Que faz a própria existência, Aonde a fé e o trabalho Sustentam essa querência! Do mais singelo idioma Para o chamado das vezes Que o punho ergue morada Somando rezas ou reses; No fim, são marcas antigas De um tempo que já não é: Pelas estâncias que findam, E os homens perdendo a fé...!