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Acompanhem com a gente esse mini-série de despedida da Suzy, a Vstrom 650 vai embora pra um lado e eu pra outro para outro caminho... acompanhem com a gente esse rolê de 270 km, o último com a Suzy! O município de Wenceslau Braz está localizado na microrregião de Itajubá, na região sul de Minas Gerais. A cidade recebeu esse nome em homenagem ao ex-presidente da República Wenceslau Braz, em 1964. O gentilício de Wenceslau Braz, Minas Gerais, é wenceslauense. A população da cidade de Wenceslau Braz (MG) registrou 2.356 pessoas no Censo de 2022, o que representa uma queda de -7,72% em comparação com o Censo de 2010 No dia 1° de março deste ano de 2024, Wenceslau Braz completou 61 anos de municipalização. No retrospecto histórico, que remonta ao ano de 1922 quando da construção da Usina Geradora inaugurada 10 anos depois (dezembro de 1932), a cidade seguiu trajetória peculiar enquanto distrito militar estratégico. Em 1944, já no limiar da 2ª Guerra Mundial, o então bairro de Bicas do Meio, com uma população que chegara para trabalhar na Usina e na Companhia Especial de Obras nº 5 (CEO-5) - abertura da estrada federal BR 459 que ligaria Itajubá/MG à Lorena/SP. -, o simpático lugarejo é elevado à categoria de Distrito de Itajubá. Quase duas décadas depois (1962) a Assembléia Legislativa de Minas Gerais votaria a Lei nº 2.764 que criaria o município de Bicas do Meio, e o instala oficialmente em 1º de março de 1963, tendo como primeiro prefeito o intendente Afonso Costa. No ano seguinte, em 9 de setembro de 1964, pela Lei nº 3.187, o município de Bicas do Meio passa a denominar-se Wenceslau Braz, em homenagem ao grande estadista mineiro e advogado Wenceslau Brás Pereira Gomes, natural de São Caetano da Vargem Grande, atual Brazópolis, MG (1868) - e falecido em Itajubá, em maio de 1966, e que exerceu o sétimo período do governo republicano (1914 a 1918), sendo antes, eleito vice-presidente em 1910, na chapa de Hermes da Fonseca. Sobre o histórico mais antigo da cidade, consta que Bicas do Meio - nome que a lenda histórica diz ter sido dado pelo bandeirante paulistano Lourenço Castanho Taques quando de sua passagem pelas matas e rios sul-mineiros na segunda metade do século XVII à procura de ouro e pedras preciosas. 'Do meio' porque havia Bicas de Cima (em Delfim Moreira), a Bicas dos Negros (na atual W.Braz) e uma outra também em Delfim Moreira, cidade próxima. A tal cachoeira de WB, no início dos anos 1920 atraiu a atenção das autoridades do Exército por seu considerável potencial hidroelétrico, e no ano de 1922, marco zero na história do município, teve início a construção da barragem, casa de máquinas, estações transformadoras e a Usina, concluída em 1932. O dia 8 de dezembro de 1932 é a data da inauguração oficial da Usina Hidrelétrica de Bicas do Meio - sob a direção do Major Sílvio Lisboa da Cunha, visionário e patrono fundador da cidade. Também conhecida naqueles anos (a partir de 1941) pela sigla R.E.P.I. (Rede Elétrica Piquete-Itajubá), a usina (um projeto de engenharia alemã) - foi criada para abastecer as fábricas de armas de Itajubá (Imbel), e de pólvora de Piquete-SP. A pioneira PCH - Pequena Central Hidrelétrica de 3,4 MW recebeu, inclusive, em 1934, a visita do Presidente da República Getúlio Vargas. Hoje sua população modesta e trabalhadora, possui um patrimônio ecológico e turístico espetacular e gigantesco, e é grande nos corações e mentes de quem passou a infância ou boa parte da vida, onde as lembranças e sonhos se misturam às suas montanhas majestosas, céu de nuvens oníricas, natureza generosa de fauna e flora fartas, pássaros coloridos, canários-da-terra ( que é o símbolo da cidade), cachoeiras, trilhas e rochas que acompanham o passar do tempo e afloram histórias em cada esquina, em cada escadaria, no correto, nas ladeiras que o tempo transforma, mas mantém quadros fixados na memória de cada um que por aqui teve o privilégio de aqui nascer, morar ou transitar...