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Chegamos ao final da nossa série "Desvendando os Métodos de Ensino". Nesse último episódio, eu falo um pouco sobre o momento em que nos encontramos hoje em termos de métodos de ensino de idiomas, chamado de Pós-método. Discuto também um pouco sobre o que podemos esperar para o futuro do ensino de línguas, revelando tendências baseadas em estudos e observações do cenário social e tecnológico contemporâneo. Se você chegou agora, o objetivo da série foi mostrar pra você que não existe milagre no ensino e na aprendizagem de inglês, pois todas as metodologias que existem hoje são fruto de uma grande mistura de abordagens e métodos já existentes há muito tempo. E, o que é melhor, provar que todos podem, sim, aprender inglês! www.doutoringles.com.br Insta: @doutor.ingles Face: Teacher Kristian LinkedIn: Teacher Kristian O Pós-método no ensino de línguas tem se caracterizado pela substituição da abordagem comunicativa como proposta unificada de ensino, por uma série de estratégias diversificadas que buscam atender as condições sociais e de aprendizagem do aluno, a realidade do professor e o contexto em que tudo isso ocorre, por isso variando sempre de um lugar para outro. A visão de uma teoria unificada, imposta de cima para baixo para ser aplicada aos mais diferentes contextos, como acontecia no longo período histórico do método, é agora substituída por uma prática diversificada, enraizada na realidade do dia-a-dia de cada um. No pós-método, defende-se que o ensino de línguas não deve acontecer em um mundo abstrato e meramente teórico, mas sim em um determinado contexto, com base na realidade do aluno, garantindo ao professor a opção de agir dentro daquilo que realmente é importante e necessário para o estudante. A intenção disso é promover a autonomia do aluno, dando a ele as informações necessárias para que ele próprio gerencie sua aprendizagem e assegure a relevância daquilo que está aprendendo para seu contexto social. Essa nova proposta tem sido impulsionada pela facilidade de acesso à informação possibilitada pela presença cada vez maior da Internet, das tecnologias digitais de informação e comunicação e das redes sociais na sociedade contemporânea. Alguns pesquisadores, como Leffa por exemplo, propõe que, com todas as transformações sociais, tecnológicas e pedagógicas que estão em andamento, estamos caminhando para a era da invisibilidade do professor nos processos de ensino e aprendizagem, levados por um desejo do aluno de ver menos e fazer mais, que é possibilitado pela presença cada vez maior da tecnologia na educação. Esse processo de invisibilidade, ao invés de diminuir a importância do professor, por incrível que pareça tem a tendência de aumentar sua influência e também a autonomia do aluno. Isso porque, ao se tornar invisível, o professor pode assumir definitivamente o papel de guia na construção do conhecimento, apontando caminhos e deixando o conteúdo mais visível para o aluno, que pode então adaptá-lo a sua realidade e necessidade individual. Esse processo, já muito comum nos cursos de idiomas a distância, evita a padronização do ensino e facilita a construção conjunta do conhecimento. Resumindo, acredito que o futuro do ensino de idiomas deve ser mesmo marcado pela invisibilidade do professor, algo que nem de longe significa a extinção desse profissional. Muito pelo contrário, pois ao se colocar nessa posição, o professor vai ser obrigado a planejar, preparar e avaliar de forma muito mais criteriosa o conteúdo que vai distribuir aos seus alunos, caso sua intenção seja construir o conhecimento junto com seu aluno de forma individualizada. Assim chegamos ao final da nossa série “Desvendando os Métodos de Ensino”. Espero que ela tenha te ajudado a conhecer melhor as principais metodologias utilizadas pra ensinar idiomas ao longo da história. LEFFA, Vilson J. Ensino de línguas: passado, presente e futuro. Revista de Estudos da Linguagem, [S.l.], v. 20, n. 2, p. 389-411, 31 dez. 2012. Faculdade de Letras da UFMG. http://dx.doi.org/10.17851/2237-2083..... Disponível em: http://periodicos.letras.ufmg.br/inde....