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Exército Brasileiro vai adquirir 12 helicópteros Black Hawk produzidos nos Estados Unidos, ao invés de privilegiar a base industrial de defesa do Brasil, adquirindo helicópteros Super Cougar construídos em Minas Gerais pela Helibras. Saiba tudo agora. Em 2019, o Alto Comando da Força Terrestre criou um grupo de estudos que deveria sondar o mercado visando adquirir novos helicópteros para substituir os já envelhecidos helicópteros de transporte e emprego geral Black Hawk e Cougar. Ao todo, quatro Black Hawk que necessitam ser substituídos estão em serviço no 4º Batalhão de Aviação do Exército, em Manaus, enquanto oito Cougars estão divididos entre o 2º Batalhão de Aviação do Exército, em Taubaté, interior de São Paulo, e o 3º Batalhão de Aviação do Exército, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, totalizando 12 helicópteros que precisam ser substituídos. Os Black Hawk foram recebidos pela Aviação do Exército em 1997 para apoiar as ações do Brasil durante a Missão de Observadores Militares da fronteira Equador-Peru, Já os Cougar chegaram em 2002. Os dois modelos apresentam elevada obsolescência e por isso estão cada vez mais caros de serem operados. Esses dois modelos são os únicos na Aviação do Exército que não passaram pelo processo de modernização, como foi o caso dos modelos Fennec e o Pantera. Durante os estudos para escolher um novo modelo substituto, foi identificado também a necessidade de que este novo modelo, além de poder cumprir missões de transporte de tropas e emprego geral, que também pudesse ser artilhado com mísseis ar-terra, dando à aviação do Exército uma capacidade muito maior de ataque do que ela possui atualmente, já que hoje os helicópteros da Aviação do Exército operam armados apenas com metralhadoras pesadas e foguetes. Para essa demanda, foram avaliados pelo Exército Brasileiro, os modelos de helicópteros AW139M e o AW149 da empresa italiana Leonardo, o helicóptero UH-1Y Venon, também conhecido como o super Huey da empresa norte-americana Bell, além do próprio UH-60M Black Hawk, ou S-70i, da empresa norte-americana Sikorsky, que seria uma versão mais moderna e armada do Black Hawk já operado pela Aviação do Exército. E este foi realmente o modelo escolhido pelo Comando de Aviação do Exército, e os motivos principais desta escolha são porque o Black Hawk é um modelo que demonstrou grande rusticidade e altos níveis de disponibilidade operando no clima extremamente úmido da Amazônia, além de também ser supostamente o modelo preferido dos pilotos e mecânicos da Aviação do Exército, que já são seus profundos conhecedores, por operarem com ele desde 1997. A intenção é que todas as unidades a serem adquiridas, sejam posicionadas no 4º Batalhão de Aviação do Exército, de Manaus, padronizando o modelo Black Hawk como o helicóptero amazônico do Exército Brasileiro. A compra seria através do programa norte-americano FMS, de vendas militares estrangeiras, os novos helicópteros Black Hawk do Exército teriam a capacidade de disparar mísseis ar-solo, foguetes guiados e outros armamentos modernos, além de manter a capacidade de manobra, transporte e apoio logístico da Aviação do Exército para o ambiente amazônico. A negociação entre o Exército Brasileiro e a fabricante Sikorsky envolve a cifra de R$ 1,2 bilhão, aproximadamente US$ 230 milhões, por doze helicópteros novos, o que seria aproximadamente US$ 20 milhões por cada Black Hawk novo, de fábrica, que serão construídos na fábrica da Sikorsky no Estado de Connectcut, nos Estados Unidos, mantendo empregos qualificados para trabalhadores norte-americanos e fortalecendo a base industrial de defesa dos Estados Unidos. O Exército Brasileiro, tinha planos para receber as duas primeiras aeronaves em meados de 2025, e receber duas por ano até 2029, quando seriam entregues os quatro últimos deste lote de 12 helicópteros. Entretanto, de acordo com a Veja, uma notícia pegou de surpresa a Aviação do Exército, supostamente o fabricante teria informado que só poderá entregar as duas primeiras aeronaves a partir de 2028, devido a contratos com outros compradores. “Precisamos de helicópteros agora para cumprir nossas missões na Amazônia, recebê-los daqui a mais de cinco anos não atende as nossas necessidades operacionais”, disse um militar à coluna Radar da Veja. Assista ao vídeo e entenda o porquê comprar helicópteros Super Cougar da Helibras seria uma opção muito melhor. #exercito Atenção: As fotografias e filmagens que serviram para ilustrar este vídeo, não são de autoria do canal, foram captadas da internet, e seus autores estão normalmente indicados com a logomarca da pessoa jurídica detentora dos direitos autorais, quando esta inseriu sua logomarca no vídeo original. Se você é o proprietário dos direitos autorais de alguma destas imagens e não deseja que elas sejam publicadas aqui, ou deseja que a autoria das imagens seja explicitada, por favor entre em contato conosco.