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Mariana Aydar canta "Pedras Que Cantam" e "Frevo Mulher", de Barro e Indy, em show realizado no São João de São Paulo, no Parque Villa Lobos, dia 21 de junho de 2025. Vídeo: Gustavo Dantas (@gustavodant) Letra Pedras Que Cantam: Quem é rico mora na praia Mas quem trabalha nem tem onde morar Quem não chora dorme com fome Mas quem tem nome joga prata no ar Ô, tempo duro no ambiente Ô, tempo escuro na memória O, tempo é quente E o dragão é voraz Vamos embora de repente Vamos embora sem demora Vamos pra frente que pra trás não dá mais Pra ser feliz num lugar Pra sorrir e cantar Tanta coisa a gente inventa Mas no dia que a poesia se arrebenta É que as pedras vão cantar Quem é rico mora na praia Mas quem trabalha nem tem onde morar Quem não chora dorme com fome Mas quem tem nome joga prata no ar Ô, tempo duro no ambiente Ô, tempo escuro na memória O, tempo é quente E o dragão é voraz Vamos embora de repente Vamos embora sem demora Vamos pra frente que pra trás não dá mais Pra ser feliz num lugar Pra sorrir e cantar Tanta coisa a gente inventa Mas no dia que a poesia se arrebenta É que as pedras vão cantar Pra ser feliz num lugar Pra sorrir e cantar Tanta coisa a gente inventa Mas no dia que a poesia se arrebenta É que as pedras vão cantar Bom mesmo é se amar Composição: Dominguinhos / Fausto Nilo Letra Frevo Mulher Quantos aqui ouvem, os olhos eram de fé Quantos elementos amam aquela mulher Quantos homens eram inverno, outros, verão Outonos caindo secos no solo da minha mão Gemeram entre cabeças, a ponta do esporão A folha do não-me-toque, o medo da solidão Veneno meu companheiro, desata no cantador E desemboca no primeiro açude do meu amor É quando o tempo sacode a cabeleira A trança toda vermelha Um olho cego vagueia procurando por um É quando o tempo sacode a cabeleira A trança toda vermelha Um olho cego vagueia procurando por um, iê-iê-iê-iê, vai! Quantos aqui ouvem, os olhos eram de fé, de fé! Quantos elementos amam aquela mulher, ié-ié-ié-ié Quantos homens eram inverno, outros, verão Outonos caindo secos no solo da minha mão Gemeram entre cabeças, a ponta do esporão A folha do não-me-toque, o medo da solidão Veneno meu companheiro, desata no cantador E desemboca no primeiro açude do meu amor É quando o tempo sacode a cabeleira A trança toda vermelha Um olho cego vagueia procurando por um É quando o tempo sacode a cabeleira A trança toda vermelha Um olho cego vagueia procurando por um, iê-iê-iê-iê, vai! Meus amigos Zé Ramalho e a Banda Z se despedem de vocês Valeu, Rio! Valeu, Canecão! 'Brigado, galera! Tchau, tchau, tchau, tchau Tchau, tchau, tchau! Para vocês todos que fazem parte dessa massa Fiquem na paz, fiquem com D Essa é a última mensagem que o maluco beleza No último disco que ele gravou É uma música É uma... uma mensagem para quem tá pensando em parar com as drogas O nome da mensagem: Não quero mais andar na contramão Compositores: José Ramalho Neto