У нас вы можете посмотреть бесплатно Música: Quilombo Urbano. Autora: Simone Cavalcante или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
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"Todos os Direitos Autorais Garantidos" A canção "Quilombo Urbano" é um manifesto em forma de melodia e um chamado urgente à resistência. Ela nasce inspirada na Comunidade do Curiaú, um território que é o coração da nossa ancestralidade, mas que hoje enfrenta a face mais dura da exploração: a forte pressão por disputas de terra e a especulação imobiliária desenfreada. Mais do que um limite geográfico, o Curiaú é um solo sagrado de tradições que o tempo não pode apagar. Nossa voz se levanta para denunciar que essa terra não é mercadoria; ela é memória viva, biodiversidade e herança. Esta música é um convite à preservação cultural e ambiental, exigindo um olhar atento e vigilante tanto da sociedade quanto do poder público. Ouça, sinta e junte-se a nós para proteger o que o concreto jamais conseguirá substituir: a nossa história e o nosso direito de existir no chão de nossos antepassados. QUILOMBO URBANO O tambor toca mais forte, é o batuque a chamar atenção, No espelho do rio vê o céu caindo, Acorda meu povo! É preciso preservação. A cidade vem chegando devagar, Com seus muros querendo nos calar, Cresce prédio, cresce estrada sem olhar, Que aqui tem raiz que não pode arrancar. Cada árvore que cai é um pedaço de nós, Cada igarapé que seca silência uma voz, O quilombo é urbano, mas é ancestral, É memória viva, é força natural. Criaú não é terra pra se vender, Não é só lote pra enriquecer, É quilombo vivo, é resistência no ar, Se a gente não cuida, vai virar só lembrança. Ei, respeita o chão que te dá bem viver, Respeita o rio pra cidade vim ver, Se só pensar em construir sem sentir, O Criaú pode um dia sumir. Tem gente que chega querendo mudar, Mas não quer aprender a preservar, Joga lixo no rio, derruba as árvores, Depois diz: Calma que é apenas um mato!. O búfalo ainda pisa no campo aberto, Mas o concreto já anda por perto, E o canto antigo do povo daqui Luta pra não virar eco por aí. Não somos contra a cidade crescer, é preciso crescer com consciência, A Natureza não é sobra, é sobreviver, Se o rio morrer, quem vai nos proteger? Sem o verde das matas, que futuro vai brotar? Criaú não é passado esquecido, É presente que precisa ser ouvido, É quilombo urbano, é identidade, Não é a sobra da cidade. Nego! Cuida do rio, cuida do chão, Cuida da nossa tradição, Pra que amanhã não reste só memória, Mas um povo vivo contando sua história. Se a cidade abraçar em vez de engolir, O Criaú vai florir… Vai florir. Agradecimento Registro fotográfico de Nonnato Ribeiro Canal Máquina do Tempo