У нас вы можете посмотреть бесплатно PF prende vigilante da receita e Moraes mira presidente da Unafisco или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
STF resiste a Código de Ética, ministros se recusam a informar cachês de palestras e alegam que as normas atuais já são suficientes. Ao mesmo tempo, surgem questionamentos sobre conflitos de interesse, contratos milionários, participação em eventos patrocinados e decisões que impactam diretamente o cenário político do país. Esse é o ponto de partida deste corte, que mergulha em um dos debates mais delicados do momento: transparência, limites institucionais e o alcance do poder concentrado no Supremo. A discussão começa com a revelação de que ministros teriam negado informações sobre valores recebidos por palestras, mesmo após pedidos com base na Lei de Acesso à Informação. A justificativa apresentada envolve segurança institucional. O contraste levantado no debate é direto: se a Corte é guardiã da Constituição e exige transparência dos demais poderes e da sociedade, por que resistir quando o tema envolve a própria atuação de seus integrantes? Surge então uma provocação central. Um ministro do Supremo precisa de um Código de Ética específico ou basta cumprir a Constituição, agir com imparcialidade, evitar conflitos de interesse e manter postura compatível com o cargo? A crítica apresentada é que a simples necessidade de discutir um novo código já indicaria que há um problema de conduta ou, no mínimo, de percepção pública. O corte avança para casos que ampliam o debate sobre ética e promiscuidade institucional. São citados episódios envolvendo contratos, relações profissionais de familiares e questionamentos sobre a atuação de ministros em situações que poderiam configurar conflito de interesse. O argumento é que a discussão sobre cachês de palestras pode ser apenas a superfície de um problema maior, muito mais profundo. A conversa então muda de eixo e entra em outro tema explosivo: a atuação da Polícia Federal e a prisão de um vigilante da Receita Federal em meio a investigações relacionadas ao acesso a dados de autoridades. A operação reforça a tese de coordenação entre investigados, segundo informações divulgadas. No entanto, o que chama atenção é a inclusão de um crítico da operação no inquérito das chamadas fake news após ele questionar a proporcionalidade da medida. Aqui o debate ganha força. O inquérito que já dura quase sete anos é descrito como amplo, sigiloso e com ramificações que se estendem a diferentes investigações. A crítica central é que o instrumento teria se transformado em um guarda-chuva capaz de abarcar qualquer situação considerada sensível ao poder estabelecido. Surge a pergunta inevitável: há limites claros para esse tipo de investigação? O corte relembra casos emblemáticos de pessoas que tiveram prisões, bloqueios de contas e restrições impostas no âmbito desse inquérito. A discussão aponta para danos pessoais e financeiros que, segundo os comentaristas, marcaram a vida de diversos envolvidos. A questão que fica no ar é o que acontece se, no futuro, essas investigações forem arquivadas. Como ficam aqueles que alegam ter sido prejudicados? Outro ponto forte do debate é o papel da imprensa e das instituições que antes apoiaram determinadas decisões e agora demonstram preocupação com possíveis excessos. Existe arrependimento real ou apenas mudança de discurso diante de um cenário que saiu do controle? O corte sugere que parte do problema pode ter sido alimentada por setores que, em nome da defesa da democracia, teriam contribuído para ampliar poderes extraordinários. No pano de fundo, o tema é poder e seus limites. Quando um tribunal constitucional passa a atuar também como protagonista político, investigador e julgador, quais são os freios institucionais disponíveis? Quem fiscaliza quem fiscaliza? O clima final é de encruzilhada. De um lado, a necessidade de enfrentar crimes e proteger instituições. De outro, o risco de consolidar um modelo em que o medo e a intimidação substituem o debate aberto e o contraditório. O corte não entrega respostas prontas, mas escancara as tensões de um momento em que o país discute não apenas decisões pontuais, e sim o próprio equilíbrio entre os poderes. Assista até o fim para entender todos os pontos levantados e formar sua própria opinião. O que está em jogo não é apenas um Código de Ética ou um inquérito específico, mas o desenho institucional do Brasil daqui para frente.