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Villa-Lobos na Música Sinfônica - Imperador Jones - II Suite para Orquestra Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro Regente/Conductor: Laszlo Halasz Ano/Year 1974 (lançamento do LP / LP release). 1972 (gravação / recording) Lado/Side A - Matrix Tapecar MEC/MVL/011 A H. Villa-Lobos 00:00 Imperador Jones / Emperor Jones (1956) Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro Regente/Conductor: Laszlo Halasz Lado/Side B - Matrix Tapecar MEC/MVL/011 B H. Villa-Lobos II Suite para Orquestra de Câmera / II Suite for Chamber Orchestra (1959) 24:59 Lamento (Andante Cantabile) 31:43 Scherzo (Vivace) 34:45 Passeio (Andantino quasi Allegretto) 39:12 Canção Lírica (Poco Moderato) 44:01 Macumba (Poco Moderato) Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro Regente/Conductor: Laszlo Halasz Ficha Técnica: Promoção Cultural do MUSEU VILLA-LOBOS - MEC/DAC Desenho (capa): Passeio Domingueiro - Jean Baptiste Debret Texto: Francisco Mignone Gravação: ao vivo / live at Festival Villa-Lobos 1972 - Theatro Municipal do Rio de Janeiro Técnico de gravação: Frank Justo Acker Layout: Joselito Produção: Tapecar Gravações S.A. Álbum MEC/MVL/PAC/011-1974 Digitalização e restauração digital: Paulo Esquef IMPERADOR JONES (The Emperor Jones) Toda a quintessenciação da genial produção sinfônica de Villa-Lobos é encontrada na música do Imperador Jones. Nesse drama-balé a música segue e acompanha fielmente todos os episódios com inexaurível prodigalidade temática, harmônica e instrumental. A força e potência de invenção não esmorecem um só instante e, quase sempre, é de uma força expressiva irresistível. Podemos dizer que a genialidade de Villa-Lobos nesta obra é onipresente e trás ao ouvinte uma mensagem de grande e contagiante beleza. O tema inicial de pronto se afirma incisivo e dominador. O aparecimento de Jones, o tema dos índios, a suspeita do iminente perigo, o mistério, o desconhecido e crescente terror, a crueldade, o homem branco frente aos nativos, o diálogo com os tribais, a arrogância e ameaça de Jones, a floresta virgem, as alucinações, a procissão carregando em ritmo de marcha-fúnebre o corpo de Jones e o êxtase dos índios são situações tão a gosto de Villa-Lobos que lhe permitem alcançar alturas que ninguém jamais conseguiu. Encomendado pelo "Empire State Music Festival" em 1956 o drama-bailado foi apresentado, com grande sucesso nesse mesmo ano, regido pelo autor em 12 de julho de 1956, no Ellenville New York. II SUÍTE orquestra de câmara É o canto do cisne da obra orquestral de Villa-Lobos. Esta suíte foi escrita e acabada em Paris no ano do falecimento do autor: 1959. Todo o ardor e o fervor polêmico em torno da obra de Villa-Lobos tinha de há muito se acalmado. E isso parece se refletir nessa suíte cujo conteúdo é de uma graça e um sentido de cor inigualável. Nada mais de orquestração corposa, potente e rutilante de efeitos que encontramos em Imperador Jones. Encontramos uma expressão musical do ambiente Villalobiano com traços hedonísticos culturais e intelectuais que definem a formação artística do genial autor das Bachianas. Francisco Mignone