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Autor: Humberto Wagner (NIN) Letra: Caminhei por dias longos carregando sombras que eu não sabia nomear, mas sentia pesarem no peito. Procurei respostas em ecos antigos, tentando entender onde a minha voz tinha se perdido. E mesmo tropeçando em memórias duras, algo em mim insistia que ainda havia um caminho possível. Os passos foram ficando mais firmes quando percebi que a dor também ensina a respirar devagar. Descobri que o silêncio pode ser abrigo quando o mundo parece grande demais para segurar. E no meio do caos, encontrei pequenas frestas de luz que me lembraram que eu ainda podia recomeçar. E quando o horizonte se abriu, percebi que não era tarde para me reconstruir. As feridas não sumiram, mas deixaram de mandar em mim. Eu aprendi a caminhar com elas, não contra elas. Eu me liberto do peso que não me pertence mais, deixando o vento levar o que já não cabe. Eu me refaço no ritmo do meu próprio tempo, sem pressa, sem medo, com coragem renovada. Eu abraço o que fui, o que sou e o que posso ser, abrindo espaço para possibilidades reais. Eu sigo adiante, porque agora sei que lutar por mim é a luta mais verdadeira que existe. Hoje caminho com passos conscientes, sabendo que cada queda me ensinou a levantar melhor. Vejo o mundo com olhos mais calmos, entendendo que liberdade também é escolher o que me faz bem. E percebo que a vida se expande quando deixo de fugir de mim e começo a me acolher. E se o medo voltar, eu já sei: ele não é o fim, é só um lembrete de que estou vivo. Eu respiro fundo, lembro do que já atravessei e sigo, porque agora tenho direção. Eu me liberto do peso que não me pertence mais, deixando o vento levar o que já não cabe. Eu me refaço no ritmo do meu próprio tempo, sem pressa, sem medo, com coragem renovada. Eu abraço o que fui, o que sou e o que posso ser, abrindo espaço para possibilidades reais. Eu sigo adiante, porque agora sei que lutar por mim é a luta mais verdadeira que existe. E no fim, percebo que a cura não é destino, é caminho que se trilha dia após dia. A liberdade nasce quando eu escolho ser inteiro, mesmo com minhas marcas. E o horizonte se abre porque, enfim, eu me permito caminhar em direção a ele.