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Odemira, 27 de Novembro de 2022 Do alto do monte, contemplando o que se pode ver de Odemira, situada como em cratera de vulcão, rodeada de cones vulcânicos, ouçamos o cante no monte em frente, espaço ajardinado, em diálogo-saudação ao monumento ao Cante Alentejano. Canta o Rancho de Cantadores de Aldeia Nova de S. Bento -- Serpa. Aqui deixamos a letra, como a ouvimos no alto do monte da Quinta da Estrela. Entre parênteses rectos, a parte que não registámos… e está presente em reproduções credíveis no YouTube… A quadra iniciada por «Quando eu oiço bem cantar» é o remate dos versos. Continua o canto, excluindo este fecho e a primeira quadra, que é o indicativo ou apresentação do rancho de cantadores. O indicativo da moda O Meu Chapéu e a quadra são de Pedro Miguel Mestre e a moda é de João Monge (sigo informação no YouTube, 11 de Março de 2017, da actuação no CCB). [Aldeia Nova de S. Bento Plantada no meio do trigo Teu cantar é um lamento Gosto de cantar contigo Se passares à minha aldeia Não vás de cabeça ao léu Quando o sol mais almareia] Podes pôr o meu chapéu Podes pôr o meu chapéu A mais valiosa herança Já foi de quem está no céu E não me sai da lembrança Quando nos faltar a voz Há-de haver uma mão-cheia A cantar por todos nós Tenho cá na minha ideia Tenho cá na minha ideia Que o cante se ouve no céu Se passares à minha aldeia Não vás de cabeça ao léu Quando eu oiço bem cantar Páro e tiro o meu chapéu. Não se me dava morrer, Se houvesse cante no céu Se passares à minha aldeia Não vás de cabeça ao léu Quando o sol mais almareia Podes pôr o meu chapéu Podes pôr o meu chapéu A mais valiosa herança Já foi de quem está no céu E não me sai da lembrança Quando nos faltar a voz Há-de haver uma mão-cheia A cantar por todos nós Tenho cá na minha ideia Tenho cá na minha ideia Que o cante se ouve no céu Se passares à minha aldeia Não vás de cabeça ao léu