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Versículos base: 📌 Êxodo 12 — o sangue nas vergas que protegia da morte 📌 1 Coríntios 11:25 — “Este é o cálice da nova aliança” 📌 João 6:51-56 — vida no pão e no sangue 📌 Hebreus 9:14 — sangue eterno que purifica 📌 Romanos 8:2 — “a lei do Espírito da vida em Cristo Jesus” 📌Mateus 26:39 - "havia um Cálice da Ira a ser tomado" Conceito: -Então, as substituições foram: 1-Um cordeiro por um pão 2-Um sangue do lado de fora da casa por um suco ingerido que agora está dentro. 3- Um Agente de Juízo que era um anjo, por outro agente de Juízo que era um Cálice 4- Nós ganhamos um CÁLICE DA NOVA ALIANÇA no sangue de Jesus substituído por Um CÁLICE DA IRA DE DEUS que era nosso e Jesus tomou pra Si. --------------------------------------------------------------------------------- Não foi acaso, foi noite marcada, véspera acesa, sentença selada, Uma mesa antes da última estrada, Páscoa antiga voltando encarnada. Lá no Egito a morte rondava, cada primogênito a praga buscava, Mas tinha um sinal que a porta guardava: sangue que dizia que a oferta bastava. Três elementos na mesma história, corpo entregue, sangue em memória, E um agente de juízo na trajetória, decidindo quem via a manhã da vitória. O cordeiro unia vizinho e casa, uma só mesa, uma só brasa, Onde o sangue estava, a morte parava, o destruidor via e já não entrava. Se for possível, que passe de mim, Mas que não seja a minha vontade no fim. O juízo inteiro num único instante, Bebido pelo Filho no dia mais marcante. O juízo tinha um nome… e esse nome era meu, Mas o cálice se derramou quando Você bebeu. A morte provou Teu sangue e não pôde Te prender, Agora todo que está em Ti também não vai morrer. De uma porta marcada para um sangue vivo em mim, O Cálice que era meu encontrou em Ti o fim. Se o destruidor passou quando viu o sinal, Agora a morte passa a não ser mais o meu final. Outra mesa, outro tempo, mesma verdade, Não mais um cordeiro, mas pão de eternidade. Sem nenhum fermento, sem marca de pecado, Um Corpo entregue no meu lugar condenado. Agora não é mais só um sangue na porta por fora, Mas um cálice vivo que agora se incorpora. Antes o que era sinal na madeira da casa, Hoje é vida que queima dentro com viva brasa. E depois da ceia, o silêncio profundo, Toda dor ali levando o peso do mundo, Ali já não veio anjo com espada na mão, Veio um cálice de ira trazer condenação. Troca perfeita escrita na dor, Ira que era minha, lavada pelo Amor. O Novo cálice trouxe a mudança, Não de juízo, mas nova aliança. Somos o pão que da mesa nasceu, Muitos em número, um corpo se fez. Quem participa do corpo partido, Carrega a vida que venceu o inimigo. Salário do erro sempre foi morrer, Mas sangue inocente não pode se prender. Se a morte tentou e não conseguiu segurar, Quem tem esse sangue também vai se levantar. Se for possível, que passe de mim, Mas que não seja a minha vontade no fim. O juízo inteiro num único instante, Bebido pelo Filho no dia mais marcante. O juízo tinha um nome… e esse nome era meu, Mas o cálice se derramou quando Você bebeu. A morte provou Teu sangue e não pôde Te prender, Agora todo que está em Ti também não vai morrer. De uma porta marcada para um sangue vivo em mim, O Cálice que era meu encontrou em Ti o fim. Se o destruidor passou quando viu o sinal, Agora a morte passa a não ser mais o meu final. Da porta manchada ao sangue perdido, Antes estava fora, agora o suco é ingerido, Do anjo com a espada ao cálice prometido, O que era IRA, em ALIANÇA convertido. Naquela noite a porta mostrou quem ia viver, Hoje o sangue por dentro que me impede de morrer. Antes o sinal segurava o destruidor, Agora estou seguro pelo sangue do Salvador. A antiga sentença que batia na casa, O sangue na verga interrompia desgraça, Mas quando o Cordeiro tomou sobre Si, O que era ameaça terminou logo ali. Da praga no Egito ao madeiro erguido, Da sombra do cordeiro ao Corpo repartido, Não é só livramento — é substituição: O juízo mudou o destino na crucificação. Tudo aponta, tudo ecoa, tudo está conectado, O Destruidor passou, o cálice foi esvaziado. Da porta marcada ao peito selado, Um mesmo Cordeiro — agora revelado. O juízo tinha um nome… e esse nome era meu, Mas o cálice se derramou quando Você bebeu. A morte provou Teu sangue e não pôde Te prender, Agora todo que está em Ti também não vai morrer. De uma porta marcada para um sangue vivo em mim, O Cálice que era meu encontrou em Ti o fim. Se o destruidor passou quando viu o sinal, Agora a morte passa a não ser mais o meu final. ------------------------------------------------------------------- SE GOSTOU, CURTE COMENTA E MANDA PRA GERAL. =D