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📝 Sobre a Música “A Ciência da Doma” é uma milonga gaúcha campeira que retrata a técnica, o respeito e a filosofia por trás da verdadeira doma racional no campo do Rio Grande do Sul. Inspirada na cultura tradicionalista e na lida com o cavalo crioulo, esta música gaúcha nativista valoriza a experiência do domador e a construção da confiança entre homem e animal. Dentro da tradição da música nativista gaúcha, esta milonga campeira aborda cada etapa da doma — do primeiro olhar no mangueirão ao momento em que o cavalo aceita a rédea com serenidade. A letra percorre elementos autênticos da cultura sulista, como o pealo, o maneador, o baixeiro, o basto e o pedido de nuca, mostrando que a verdadeira doma não se impõe pela força, mas se constrói com paciência e técnica. Para quem aprecia milonga gaúcha raiz, música tradicionalista do Rio Grande do Sul e canções que exaltam a cultura campeira com profundidade, “A Ciência da Doma” é uma homenagem ao cavalo crioulo e ao saber transmitido de geração em geração no campo sulista. Mais do que uma música regional, esta milonga gaúcha representa a essência da tradição campeira — onde a lida ensina, o respeito conduz e a parceria entre homem e cavalo se torna símbolo da identidade do Sul do Brasil. 🪗 ALMA DE GALPÃO 🎵 Este é um espaço dedicado à música tradicional gaúcha e à cultura do Rio Grande do Sul. Aqui a música nasce da querência, da lida campeira e da força das nossas tradições. Todas as composições do canal são autorais, criadas para valorizar a identidade do povo gaúcho e manter viva a chama do pampa. Se esta música falou contigo: – Deixe seu comentário – Compartilhe – Inscreva-se no canal 🧉 Pegue seu mate e fique à vontade. 🎵 LETRA O sol mal desponta no fio do horizonte E o domador busca, na fonte do olhar, O potro que guarda o mistério do campo Num brilho de espanto que vai se domar. Entra no pátio, sem pressa no passo, Trazendo no braço o maneador, Pois antes da força, se firma o respeito: A lida tem jeito, tem brio e valor. O laço ganha o ar num pealo de mão, Trazendo pro chão o que era do vento, Não por maldade, mas por compromisso, Pois todo o feitiço se amansa no tempo. Com o bicho entregue, o nó se ajusta, A corda não assusta quem sabe o que faz, O maneio ensina que o homem é quem guia E a fúria arredia se rende pra paz. Agora é o contato, a ciência do toque, Pra que não provoque o coice por medo, Vou tirando as cócegas com o pelego, No jogo de apego, revelo o segredo. Passo a mão no pescoço, na paleta e no vazio, Testando o bravio, sentindo o calor, Até que o couro não trema no encosto E o bicho sinta o gosto de ter domador. Apresento o bocal, de couro cru e com jeito, Ajustado, direito, no chanfro e no queixo, Sem machucar a boca que ainda é virgem, Dando a origem do rumo e do eixo. Peço a nuca de manso — cuidado no puxo! Que um erro de luxo faz o bicho negar, Se a mão for pesada, a confiança se quebra E o rumo se perde antes de começar. Vem o baixeiro, a carona e o basto, O cheiro do pasto no couro se encerra, Aperto a cincha no cinchador, Furo a furo, no rigor que a lida enterra. O bicho se encolhe, o vazio contrai, Mas a calma não sai de quem tem o comando, Vou soreando os arreios com o peso do corpo, Nesse porto seguro que vou desenhando. Ponho o pé no estribo, balanço o destino, Desde menino aprendi esse prumo, Se o potro dispara, o perigo me encara, A lida descamba se perco o meu rumo. Passo pelo meio, entre a terra e o lombo, Pra evitar o tombo, o lombo eu alcanço, Até que me sento, no centro da vida, Com a rédea medida na palma da mão. A primeira volta é um passo de dança, Onde a esperança começa a trilhar, O estribo cutuca, mas a mão acaricia, Na doce maestria de quem sabe ensinar. Não é quebra de queixo, é ganho de alma, Na força da calma que traz a razão, O cavalo entende que agora é parceiro, O herdeiro legítimo do meu mangueirão. Ao fim da lição, o desmonte é o selo, Acaricio o pelo, tiro o buçal, O bicho me olha, já sem o receio, Pois achou seu freio num bem cultural. Assim se faz o homem, assim se faz o cavalo, No mesmo intervalo de tempo e de luz, O último domador não doma com o braço... Doma com o passo que o respeito conduz. #milonga #musicagaucha #músicanativista #Chamamé #nativismo #almadegalpão #vaneira #bugiu 📌 FICHA TÉCNICA • Música: A Ciência da Doma • Estilo: Milonga • Composição: M.S.M | ALMA de GALPÃO • Produção Musical: M.S.M | ALMA de GALPÃO Todos os direitos reservados ® ALMA de GALPÃO