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Por Jordânia Gama O Amazonas deve registrar cerca de 620 novos casos de câncer do colo do útero por ano, entre 2026 e 2028, segundo estimativa do Instituto Nacional do Câncer. A doença está entre as que mais afetam mulheres na região Norte, mas especialistas alertam que é possível diminuir o número de casos com prevenção e diagnóstico precoce. Esse tipo da doença é provocado por infecções persistentes pelo HPV, vírus transmitido principalmente pelo contato íntimo ou pela relação sexual. Em alguns casos, pode provocar lesões que evoluem para câncer. A boa notícia é que a doença pode ser 100% evitável por meio de três medidas principais: vacinação contra o HPV, realização periódica do exame preventivo (Papanicolau) e tratamento das lesões precursoras. Entre os procedimentos utilizados está a conização, uma cirurgia ginecológica que remove uma pequena porção do colo do útero em formato de cone. O procedimento permite diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas, impedindo que elas evoluam para um tumor. Desde março de 2025, mulheres no Amazonas contam com um serviço especializado para esse tipo de atendimento. Inaugurado em março de 2025, o Centro Avançado de Prevenção ao Câncer do Colo do Útero (Cepcolu) reduziu significativamente o tempo de espera para o tratamento. Antes, pacientes aguardavam até seis meses para realizar uma conização. Com a criação do centro, esse prazo caiu para cerca de 10 dias após a primeira consulta. A chefe do departamento do Cepcolu, Dra. Mônica Bandeira, explica que o centro funciona como um hospital-dia voltado ao tratamento das alterações detectadas no exame preventivo. A médica também destaca que o acesso ao serviço foi simplificado para garantir agilidade no atendimento. Além da estrutura especializada, profissionais de saúde reforçam a importância de que as mulheres mantenham os exames ginecológicos em dia, especialmente a partir do início da vida sexual. Durante levantamento da reportagem da BandNews Difusora , entre 20 mulheres entrevistadas, 44% estão em falta com exames periódicos, 56% estão com os exames preventivos em dias, incluindo os ginecológicos. Com histórico familiar, a estudante de Administração Pública, Andressa Matos, de 34 anos, realiza os exames periódicos e preventivo desde 15 anos. A recomendação médica é que mulheres entre 25 e 64 anos realizem o exame preventivo regularmente. O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de tratamento e cura, além de evitar a evolução da doença. A combinação de vacinação, prevenção e acesso rápido ao tratamento tem sido apontada como o caminho mais eficaz para reduzir os casos da doença no estado.