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Canta Aureliano de Figueiredo Pinto - 1978 "Quando canto uma milonga, eu cresço uns metros de altura" Pout Pourri: Aqui me pongo a cantar (José Hernandez - Noel Guarany); De noite ao tranquito (Aureliano de Figueiredo Pinto - Noel Guarany); Milonga missioneira (Noel Guarany). Músico: Noel Guarany (Violão, fala e voz). Curta a página: / ocanaldoroos Aqui me Pongo a Cantar Aquí me pongo a cantar al compás de la vigüela, que al hombre que lo desvela una pena estraordinaria, como el ave solitaria, con el cantar se consuela. Yo visto muchos cantores con fama temidas E que después de adquirida no queren sustentar Parece que sen largar de cansaram en las partidas Con la guitarra em la mano nem las mocas se me arrima Naide me puen en cima e quando el pecho se entona Aquere mira la prima e a chorar la bordona Soy gaucho e entenda loro Lengua le explica Para mi es terra és ticha E pudera ser major Nem la víbora me pica Me quema en friente el sol Aqui no vale dotores Só lo vale la experiência Aqui verece inocência Esse que todos lo sabem Porque este tiene o trajado E el gaucho tiene sustência Ya conocido cantores Quiera um gusto escuchalos Mas no quieren opinar Se divierten cantando Pero yo, canto opinando Que apenas cantar De Noite ao Tranquito Por meio "tantan" da ideia Ao tranco do pingo bueno Pito um crioulo no escuro Linda noite, penso, penso Orvalho do céu imenso Aroma o campo maduro Vem de guri esta mania que sofri repreensão De andar soltando na voz as coisas do coração quando voam pirilampos De andar falando sozinho De andar cantar baixinho na solidão desses campos Meu pingo trocando orelha, atendo a qualquer perigo Vai tranqueando sem receio As vezes nem masca o freio Para escutar o que eu digo Milonga Missioneira Quando canto uma milonga Eu cresço uns metros de altura Nem o minuano segura Alma e cordas que resonga Minha mirada se alonga Quando largo cada verso O amargo e o triste disperso Num lírico manotaço Cada sentença é um balaço Às coisas do universo. Com a milonga nasci Lá nos pagos missioneiros Payador e guitarreiro Do meu rincão guarany Amar a terra aprendi Com mia guitarra na mão Conheci muita lição Que nos nega a sociedade Monstrengo de faculdade Tentam nos dar mais não dão. Milonga que vem da pampa De nobre estirpe gaudéria Ora triste ora séria Que na América destampa. Nos palacetes se acampa Nasce e vive nos galpões Redemunhando ilusões Na alma dos cruzadores Onde os poetas e cantores Extravasam emoções. És a prenda nacional Quando te evoca o surenho E nas mãos de algum nortenho Que vem da banda oriental No Brasil meridional És a lírica bandeira Quando em rondas galponeiras Um payador missioneiro Num sapucai de guerreiro Te evoca de mil maneiras. E muitos tentam fazer Chorando o que eu faço rindo Se cantar tudo vem lindo Se tocar vejam pra crer Quem duvidar venha ver Um missioneiro trovando Sem querer estou louvando A terra onde nasci O meu rincão guarany Que eu hei de morrer cantando. ►Contribuição músicos: PauloNatanael Dos Santos Sanabre