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Vivemos em um mundo atravessado por contradições profundas. De um lado, discursos sobre justiça, tolerância, igualdade e progresso; de outro, desumanização de determinados grupos, guerras, genocídios, violência sistemática, mentiras institucionalizadas e a banalização da vida humana. Diante desse cenário, muitos levantam a mesma objeção recorrente: “Se Deus existe, e se Ele é bom e justo, como pode haver tanta maldade no mundo?” Para muitos, a presença do mal seria a prova da ausência de Deus — uma versão moderna, popular e pouco elaborada do antigo dilema de Epicuro. A Escritura, porém, nunca tratou essa questão com ingenuidade. A Bíblia não nega o mal, não o relativiza nem o explica como mero produto de estruturas sociais defeituosas. Paulo afirma que o mal opera no mundo e sua manifestação final o “mistério da iniquidade” já está operando. O mal não é apenas um problema externo, político ou cultural; ele é espiritual e atingiu profundamente o ser humano. Ele se manifesta em sistemas, sim, mas porque nasce no coração humano. O problema do mundo não é simplesmente que existam homens maus no poder, mas que o próprio coração humano é governado pelo pecado quando rejeita a Deus. As grandes atrocidades da história — cometidas por líderes sedutores, ditadores carismáticos e exércitos obedientes — não revelam a ausência de Deus, mas a profundidade da corrupção humana. Não se trata, em última instância, de uma simples luta entre classes, opressores e oprimidos, como se uns fossem essencialmente maus e outros essencialmente bons. A própria história mostra que muitos oprimidos, quando alcançam poder, tornam-se opressores; muitos injustiçados cometem injustiças em outros níveis ou em outros momentos de suas vidas; muitos explorados explorariam se tivessem oportunidade. O problema não está apenas fora do homem, mas dentro dele. É exatamente isso que a Escritura denuncia com sobriedade devastadora: “não há justo, nem sequer um… todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus”. O mal não é um acidente ocasional, mas uma inclinação constante do coração humano afastado do Criador. Por isso, quando Deus é rejeitado, o pecado não apenas contamina — ele governa. E é nesse terreno que o “mistério da iniquidade” encontra espaço para operar, seduzir e se estruturar na história. Ainda assim, Paulo corrige um segundo equívoco comum: a ideia de que, se o mal é tão profundo, então Deus perdeu o controle. O texto afirma que essa operação maligna é real, mas também restrita. O mal não reina soberanamente, não governa a história e não age sem limites. Ele opera sob restrição, dentro do propósito divino e caminha para um fim decretado. O mesmo texto que reconhece a presença do mal já anuncia sua destruição final pela simples manifestação de Cristo. A fé cristã não nega a dor do presente, mas se sustenta na certeza de que a aparente vitória do mal é falsa e temporária — enquanto a vitória de Cristo é definitiva e eterna. Vamos caminhar e aprender juntos! 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/56130355...