У нас вы можете посмотреть бесплатно Conflito no Irã pode beneficiar indústria bélica nacional, diz Luiz Philippe Bragança - 05/03/26 или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
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O presidente da Comissão de Relações Exteriores, deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), diz que a guerra dos EUA e Israel contra o Iraque, se prolongada, pode encarecer o preço do petróleo e provocar uma onda inflacionária no mundo todo. No Brasil, ele lembra, praticamente todos os produtos dependem de transporte rodoviário. Além disso, o Irã é grande produtor de fertilizantes, o que pode encarecer os insumos da agricultura brasileira. O deputado ressalta ainda que as exportações brasileiras para a região também podem ser interrompidas. Além dos produtos agrícolas e manufaturados, ele cita a exportação de armas da indústria bélica brasileira. No caso da exportação de material bélico, a possibilidade é dupla: pode aumentar com a escalada do conflito, mas também pode ser bloqueada. Luiz Philippe acredita que alguns setores da economia brasileira podem ser beneficiados com o conflito. Ele também crê que o país possa receber mais investimentos, devido à instabilidade no hemisfério norte. Além da guerra entre Rússia e Ucrânia, ele cita conflitos do Paquistão com a Índia e, agora, também com o Afeganistão. Na América do Norte, o deputado lembra a disputa do governo do México com o narcotráfico. “A América do Sul é uma área de estabilidade e o Brasil sempre foi uma espécie de repósitório”, diz, apesar de criticar o país por não se preparar para receber mais investimentos. O deputado criticou também a posição do governo brasileiro, contra a intervenção norte-americana. Na visão de Luiz Philippe, o Brasil pode até sofrer embargos se mantiver essa postura. Ele afirmou que a Comissão de Relações Exteriores da Câmara pode se contrapor às posições do governo brasileiro. Na opinião do deputado, o legislativo faz menos do que deveria no posicionamento sobre questões internacionais. Luiz Philippe acredita que a própria população iraniana se encarregará de mudar o governo. O deputado fala até em “contrarrevolução”. ”Mas como será essa mudança?”, questiona. Ele cita o exemplo da transição no Iraque, que, segundo ele, fracassou e gerou ainda mais instabilidade. Mas Luiz Philippe lembra que o perfil dos governos da região é autocrático, como os da China e da Rússia. A exceção é a Índia que, afirma, teve se de armar para defender sua democracia. Na opinião dele, tanto Israel quanto os Estados Unidos não se contentarão em retomar negociações com um novo representante deste governo iraniano. Ale acha, porém, que o conflito pode se prolongar a partir do fechamento do Estreito de Hormuz, já anunciado pelo Irã, por onde passa 20% do petróleo mundial. Apresentação - Mauro Ceccherini Siga-nos também nas redes sociais: / camaradeputados / camaradeputados / camaradosdeputados / camaradosdeputados https://cd.leg.br/telegram Conheça nossos canais de participação: https://www2.camara.leg.br/participacao #CâmaraDosDeputados